Taiwan refutou os planos tarifários do “Dia da Libertação” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e anunciou planos para iniciar “negociações sérias” com Washington. As tarifas são “altamente irracionais” e não refletem a relação econômica e comercial real entre as duas economias, disse a porta-voz do gabinete de Taiwan, Lee Hui-chih, em comunicado nesta quinta-feira. Taiwan iniciará negociações formais com Washington sobre a questão, acrescentou ela.
Na quarta-feira, Trump impôs tarifas recíprocas abrangentes aos parceiros comerciais dos EUA, incluindo uma pesada tarifa de 32% sobre as importações de Taiwan.
As tarifas, no entanto não se aplicam a semicondutores, que constituem uma parcela significativa das exportações de Taiwan.
Taiwan atribuiu seu crescente superávit comercial com os EUA ao aumento da demanda por semicondutores e produtos relacionados de clientes americanos em meio ao entusiasmo em torno da inteligência artificial, bem como às tarifas anteriores de Trump e restrições tecnológicas à China durante seu primeiro mandato.
A ilha é sede do maior fabricante de chips por contrato do mundo, a TSMC, que tem as gigantes tecnológicas americanas Nvidia e Apple como seus principais clientes.
A TSMC responde pela maior parte da capacidade global de fabricação de semicondutores avançados. Fonte: Dow Jones Newswires.
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