Os emitiram nesta segunda-feira, 15, um alerta para empresas de transporte dizendo que ainda há “um alto grau de risco para embarcações comerciais” que viajam no Mar Vermelho, próximo ao . “Embora a decisão de transitar fique a critério de cada embarcação e empresa, recomenda-se que as embarcações comerciais de bandeira e propriedade dos Estados Unidos” fiquem longe do Iêmen no Mar Vermelho e do Golfo de Áden “até segunda ordem”, afirmou a Administração Marítima dos EUA, subordinada ao Departamento de Transportes, em nota.

O aviso veio após o Comando Central dos EUA, conhecido como Centcom, informar sobre novo ataque do grupo Houthis nesta segunda-feira.

Por volta das 16 horas (horário local do Iêmen), os rebeldes lançaram um míssil balístico antinavio que atingiu o cargueiro Gibraltrar Eagle, um navio de contêineres com bandeira das Ilhas Marshall, de propriedade e operado pelos EUA.

“O navio não relatou feridos ou danos significativos e continua sua viagem”, afirmou o Centcom, em publicação no X, antigo Twitter.

Mais cedo, as forças americanas detectaram outro míssil disparado contra navios comerciais no sudeste do Mar Vermelho, que falhou e caiu nas terras do Iêmen sem causar danos ou feridos.

Os ataques do grupo rebelde iemenita ocorrem em retaliação ao ataque conjunto dos Estados Unidos e do contra as instalações do Houthis na última sexta-feira.

Até então, os rebeldes afirmavam disparar apenas contra embarcações associadas ou destinadas à Israel.

Alto funcionário do movimento Houthi Ansarullah, que governa o Iêmen, Ali al-Qahoum afirmou que os líderes e a população iemenita está pronta “para entrar em uma guerra direta e total com o Grande Satã para defender a Palestina”, em referência aos Estados Unidos e aliados.

(Agência Estado)