Os conflitos entre e Hamas entrou no 2º dia neste domingo (8) com novas explosões. Conforme agências internacionais, autoridades afirmam que ao menos 920 pessoas morreram, sendo 600 em Israel, 313 na Faixa de Gaza e 7 na Cisjordânia. Ainda, há milhares de pessoas feridas.

Explosões foram reportadas na Faixa de Gaza durante a madrugada deste domingo, que foram intensificadas no decorrer do dia.

Novos bombardeios vindos pelo norte de Israel indicam que teriam sido feitos pelo Líbano e a autoria foi assumida pelo grupo armado Hezbollah, que afirmou agir em ‘solidariedade’ ao povo palestino.

Israel deixará de fornecer , combustível e bens para a região da Faixa de Gaza, segundo um comunicado do gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, divulgado nesta noite. Grande parte de Gaza já estava na escuridão ao anoitecer, depois que o fornecimento de energia elétrica de Israel havia sido interrompido ainda no início do sábado. Israel fornece praticamente toda a energia dos territórios.

Há pouco, Netanyahu também disse que a “primeira fase” da represália contra o Hamas terminou e que Israel lutou contra a maioria dos militantes do grupo extremista. Ele prometeu continuar a ofensiva “sem reservas e sem tréguas”, após uma invasão surpresa do Hamas no sul do país. 

As companhias aéreas cancelaram mais de 80 voos com origem e destino para Tel Aviv, o equivalente a cerca de 14% de todos os voos programados, em virtude do ataque do grupo extremista Hamas no país, de acordo com a FlightAware.

Entramos em guerra longa e difícil, diz Netanyahu

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, voltou a afirmar que a guerra contra o Hamas será longa e prometeu que Israel sairá vencedor do conflito. “Estamos embarcando em uma guerra longa e difícil. A guerra imposta a nós por um ataque assassino do Hamas. A primeira fase termina nestas horas com a destruição da maior parte das forças inimigas que penetraram no nosso território”, disse Netanyahu em uma publicação na sua conta oficial do X (o antigo Twitter).

Netanyahu reiterou que a represália israelense continuará. “Ao mesmo tempo, iniciamos a formação ofensiva e ela continuará sem reservas e sem tréguas – até que os objetivos sejam alcançados. Restauraremos a segurança dos cidadãos de Israel e venceremos”, afirmou o primeiro-ministro de Israel.

O governo de Israel está em confronto com o Hamas desde o início deste sábado, após uma invasão surpresa do grupo extremista no sul do país, perto da Faixa de Gaza. Foi o ataque mais letal contra Israel desde 1973. 

(Com Agência Estado)

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