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Moderna doa ao México 2,7 milhões de doses de vacina

Autoridades mexicanas saudaram a chegada do carregamento ao aeroporto de Toluca

Agência Estado Publicado em 08/01/2022, às 23h04

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Foto: Divulgação

A empresa americana Moderna doou 2,7 milhões de doses da vacina contra o coronavírus para o México neste sábado, após o país ultrapassar a marca de 300 mil mortes confirmadas por testes nesta semana. Porém, com tão poucos testes feitos, uma revisão do governo dos atestados de óbito estima um número real de quase 460 mil.

As autoridades mexicanas saudaram a chegada do carregamento ao aeroporto de Toluca, a oeste da Cidade do México, e disseram que as vacinas serão usadas para vacinar os professores. Os professores no México ficaram em segundo lugar, depois de apenas os profissionais de saúde serem vacinados na primavera.

Em abril e maio, mais de 2,7 milhões de professores receberam as vacinas iniciais. Porém, a maioria deles recebeu a vacina chinesa CanSino de dose única, cuja eficácia parece diminuir com o tempo.

Já no Reino Unido, os conselheiros do governo do Reino Unido recomendaram não dar uma quarta dose da vacina contra a covid-19 a residentes de asilos e pessoas com mais de 80 anos, pois os dados mostram que uma terceira injeção oferece proteção duradoura contra a hospitalização.

Para pessoas com mais de 65 anos, a proteção contra internação permanece em cerca de 90% três meses após a terceira dose, de acordo com dados compilados pela Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido.

Como resultado, o Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização informou na sexta-feira ao governo que não havia necessidade de oferecer uma quarta dose, ou segundo reforço, para pessoas vulneráveis neste momento. Em vez disso, o governo deveria se concentrar em dar uma terceira dose ao maior número possível de pessoas para aumentar a proteção contra a variante Ômicron altamente transmissível.

O número de pessoas hospitalizadas no Reino Unido com covid-19 subiu para 18.454 na quinta-feira, mais que o dobro do número de duas semanas antes. O aumento das ausências de funcionários em hospitais do Reino Unido já levou os militares a fornecerem apoio para médicos e enfermeiras sitiados.

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