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Mortos em confronto na fronteira de MS estão ligados a sequestros e homicídios

As informações são das autoridades paraguaias que confirmaram as identificações dos guerrilheiros

Marcos Morandi Publicado em 20/11/2021, às 11h50

Armas que pertenciam aos guerrilheiros serão periciadas
Armas que pertenciam aos guerrilheiros serão periciadas - Divulgação

Os quatro guerrilheiros mortos na tarde desta sexta-feira (19) estão ligados a sequestros e assassinatos. A informação foi confirmada pelas forças de segurança do Paraguai após o confronto ocorrido dentro do Parque Nacional Paso Bravo, a cerca de 25 km da área urbana de Puentesiño, no Departamento de Concepción.

Entre os mortos estão os supostos responsáveis ​​pelo sequestro e assassinato de Jorge Ríos e pelo assassinato de policiais civis. As investigações vinham sendo realizadas há alguns meses, segundo informações da FTC.

Segundo a FTC, Elisandro Balbuena Marís, de 21 anos, reconhecido no atentado à estância San Jorge. Ele participou do ataque aos policiais da Delegacia de San Alfredo e vinculado ao sequestro de Jorge Ríos.

Freddy Florenciano (19), meio-irmão dos irmãos Balbuena Marís, é filho de Liduvina Marís. Havia informações de que ele fazia parte da estrutura terrorista. Já Emilio Romero Valiente (23), era vizinho.A quarta vítima é Víctor Marís Domínguez (51), ligado ao homicídio de um policial e de um civil em uma fazenda em 2009 em Amambay.

As armas encontradas com os guerrilheiros mortos serão submetidas ao sistema IBIS para confirmação em outros crimes. No entanto, presume-se que uma delas foi usada em um confronto com a polícia em San Alfredo.

Jornal Midiamax