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Pergaminho chinês de R$ 1,6 bilhão é roubado, cortado ao meio e vendido por R$ 360.

Um pergaminho escrito pelo líder comunista chinês Mao Tsé Tung, avaliado em cerca de R$ 1,6 bilhão, roubado há um mês, foi encontrado pela polícia de Hong Kong cortado ao meio. O artefato, que pertence ao colecionador Fu Chunxiao, foi entregue por um segundo colecionador que havia comprado o pergaminho pelo valor de US$ 64 […]

Gabriel Neves Publicado em 08/10/2020, às 07h42

A polícia de Hong Kong exibiu as partes separadas do pergaminho de Mao Tsé Tung. (Foto: reprodução/Getty Images/Via G1)
A polícia de Hong Kong exibiu as partes separadas do pergaminho de Mao Tsé Tung. (Foto: reprodução/Getty Images/Via G1) - A polícia de Hong Kong exibiu as partes separadas do pergaminho de Mao Tsé Tung. (Foto: reprodução/Getty Images/Via G1)

Um pergaminho escrito pelo líder comunista chinês Mao Tsé Tung, avaliado em cerca de R$ 1,6 bilhão, roubado há um mês, foi encontrado pela polícia de Hong Kong cortado ao meio.

O artefato, que pertence ao colecionador Fu Chunxiao, foi entregue por um segundo colecionador que havia comprado o pergaminho pelo valor de US$ 64 (R$ 360), achando que se tratava de uma falsificação.

Cortado ao meio, a polícia de Hong Kong ainda não revelou quem foi o responsável por depredar o pergaminho, mas o proprietário já garante que o ato diminuirá o valor da relíquia.

“Alguém achou que a caligrafia era muito longa… e difícil de mostrar e exibir. É por isso que foi cortada ao meio”, disse o superintendente sênior da polícia de Hong Kong, Tony Ho.

O pergaminho, que contém estrofes de poesia manuscritas pelo fundador da República Popular da China, é estimado, por seu proprietário, em cerca de US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão).

Ele foi roubado em um assalto ocorrido no dia 10 de setembro, quando três homens invadiram a casa de Fu Chunxiao. Os ladrões também levaram selos antigos, moedas de cobre e outras peças de caligrafia de Mao.

O roubo totalizou perdas estimados em US$ 645 milhões (R$ 3,6 bilhões) de acordo com Fu, que estava na China continental quando o crime ocorreu.

Jornal Midiamax