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Pior surto de Ebola já registrado, número de mortos chega a 629 no Congo

Mais de mil casos de Ebola foram registrados na República Democrática do Congo, de acordo com o Ministério da Saúde, esse é o pior surto da doença da história e 629 mortes já foram confirmadas. De acordo com as informações, ebola é uma febre hemorrágica, que causa vômitos, diarreia e sangramento, e mata mais da […]

Ana Paula Chuva Publicado em 25/03/2019, às 18h33 - Atualizado em 26/03/2019, às 08h34

(Foto: Goran Tomasevic/Reuters)
(Foto: Goran Tomasevic/Reuters) - (Foto: Goran Tomasevic/Reuters)

Mais de mil casos de Ebola foram registrados na República Democrática do Congo, de acordo com o Ministério da Saúde, esse é o pior surto da doença da história e 629 mortes já foram confirmadas.

De acordo com as informações, ebola é uma febre hemorrágica, que causa vômitos, diarreia e sangramento, e mata mais da metade dos que ela infecta.

Conforme o G1, os profissionais de saúde estão mais bem preparados do que nunca para esta epidemia mais recente. Novas tecnologias, como uma vacina experimental, tratamentos experimentais e unidades móveis futuristas em forma de cubo para o tratamento de pacientes, ajudaram a conter a disseminação do vírus.

Desde o mês de fevereiro, cinco centros de Ebola foram atacados, muitas vezes os agressores estão armados. Esses ataques levaram a organização MSF (Médicos Sem Fronteiras) a suspender as atividades da região leste, epicentro do surto no país.

Suspensão que resultou na epidemia, que seria a segunda mais mortal da história, atrás do surto de 2013-16 na África Ocidental, que acreditasse ter matado mais de 11.000 pessoas.

“O total agora é de 1.009 casos”, disse o ministério em um comunicado, mas acrescentou: “a resposta, liderada pelo Ministério da Saúde em colaboração com seus parceiros, limitou a expansão geográfica”.

Quarta-feira passada, as autoridades confirmaram um caso de Ebola em Bunia, outra cidade de quase 1 milhão de pessoas.

O IRC (International Rescue Committee), um grupo de ajuda humanitária, alertou que o número de casos estava aumentando e que o surto poderia durar mais seis a 12 meses em uma região assolada pela violência e pela pobreza.

Jornal Midiamax