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Aventureiro morre após saltar de uma altura de 2,3 mil metros nos Estados Unidos

Equipes de resgate em helicóptero encontraram os corpos depois de perder contato com os aventureiros

Gerciane Alves Publicado em 18/05/2015, às 11h28

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Equipes de resgate em helicóptero encontraram os corpos depois de perder contato com os aventureiros

Um dos atletas radicais mais destemidos e conhecidos do mundo, o americano Dean Potter, morreu durante um voo de wingsuit – uma espécie de macacão com asas – na Califórnia.

Potter, de 43 anos, e outro proeminente atleta radical, Graham Hunt, de 29, morreram ao tentar passar em alta velocidade por uma abertura estreita saltando do penhasco de Taft Point, localizado à beira de um cânion no Parque Nacional de Yosemite, a uma elevação de 2.300 metros.

Equipes de resgate em helicóptero encontraram os corpos depois de perder contato com os aventureiros, confirmou um porta-voz do parque.

Segundo a imprensa americana e agências de notícias, nenhum dos dois paraquedas havia sido utilizado na queda. O caso está sendo investigado.

Potter, que esteve entre os Aventureiros do Ano de 2009 escolhidos pela revista National Geographic, era considerado um visionário e uma inspiração dentro da comunidade de esportes radicais, em particular escalada e caminhada em highline (similar à corda bamba em alturas).

Junto com o escalador Timmy O’Neill, ele foi o primeiro atleta a vencer os três “paredões” mais famosos de Yosemite – Half Dome, Monte Watkins, and El Capitán – no mesmo dia.

Potter superou diversos recordes em modalidades de escalada e também detinha um histórico extraordinário em desafios de highline e saltos de base jump.

Nesta última modalidade, em diversas ocasiões ele gerou polêmica e despertou reações positivas e negativas ao saltar com sua cadela Whisper acoplada à sua mochila.

Jornal Midiamax