Ludmilla, Bruno Gagliasso, Maisa e mais famosos celebram aprovação de vacinas

Muito aguardada por todos, a vacina de uso emergencial da Covid-19 foi aprovada pela Anvisa, neste domingo (17) e vários famosos celebraram
| 17/01/2021
- 19:49
Ludmilla, Bruno Gagliasso, Maisa e mais famosos celebram aprovação de vacinas
Ludmilla, Bruno Gagliasso, Maisa e mais famosos celebram aprovação de vacinas

Muito aguardada por todos, a vacina de uso emergencial da Covid-19 foi aprovada pela Anvisa, neste domingo (17). Com isso, vários famosos celebraram nas redes sociais o fato histórico aqui no Brasil. O ator , muito ativo nas redes com relação aos pedidos de aprovação da vacina, comemorou. “Aprovou a vacina!”

Ele ainda usou as hashtags para apontar o apoio: #VemVacina #VamosNosImunizar #VamosNosFortalecer #VamosCuidarUnsDosOutros. E completou brincando: “Aloooo @butantanoficial quando chegar a minha vez já to com o braço de ir!”, marcando o órgão oficial do Instituto Butantan, na Zona Oeste de São Paulo.

Técnica do “The Voice +”, Ludmilla estava de olho no programa, e antenadíssima no Plantão da Globo, que anunciou a aprovação em edição especial. “Vacina eu já tô com roupa de ir tá?”, escreveu ela no . O sambista Mumuzinho, também técnico do reality musical, também se manifestou. “Esse momento é nosso! Anvisa aprovou a vacina, eu já tô com o braço de fora CADEEE?”

A atriz Maisa, Monique Evans e a apresentadora Paola Carosella também foram às redes para vibrar pela aprovação, com publicações no Twitter. Lucy Ramos comemorou: “Viva a ciência!’, compartilhando a notícia. Leandra Leal, além de celebrar a aprovação, compartilhou uma foto da mulher que será a primeira vacinada no Brasil.

“Mônica Calazans é o sorriso da nossa esperança e do nosso agradecimento a todos profissionais que estão na linha de frente. Obrigada ao @butantanoficial e a todos os nossos cientistas”, escreveu.

Vale lembrar que a vacinação foi autorizada para uso emergencial no Brasil, em reunião da Anvisa, por meio de votação neste domingo (17) pela tarde. A Coronavac, produzida pelo Butantã, e a vacina de Oxford, requisitada pela Fiocruz, foram as escolhidas.

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