Geraldo Luís estreou neste domingo (14) seu novo programa na TV aberta com alguns perrengues. No esquenta da estreia, o apresentador passou a semana em Mato Grosso do Sul, onde gravou com o “Rei da Pornochanchada” e visitou a casa da Bruxa da Sapolândia, em Campo Grande. Após “mexer” com a história real que assombra a sociedade campo-grandense há décadas, acontecimentos estranhos no primeiro dia de seu programa acabaram associados à figura local por internautas que acompanharam a atração.

É que, enquanto esteve em MS na última semana, o comunicador aproveitou para divulgar o “Geral do Brasil” e movimentou as redes sociais, especialmente ao relatar ter visto algo sobrenatural na residência onde vivia a Bruxa da Sapolândia, nome dado a uma mulher acusada de cometer crimes com crianças em rituais de magia negra na década de 1970.

O caso campo-grandense foi escolhido para um quadro de “caça-fantasmas” do programa de Geraldo, mas não chegou a ser exibido na estreia, como havia prometido o apresentador nas redes sociais. Por isso, quando a atração de Geraldo Luís sofreu “apagões inexplicáveis” de energia ainda no primeiro dia, os acontecimentos chegaram a ser atribuídos à Bruxa da Sapolândia em comentários na internet.

“Aí… foi mexer com a Bruxa da Sapolândia, ficou sem luz no programa” e “Certeza que esses apagões no Geral do Brasil foram a Bruxa da Sapolândia brava porque ele prometeu que ia passar a história dela hoje”, dispararam alguns campo-grandenses que ficaram aguardando o crime da Capital ser contado no dominical.

Veja os momentos de apagão na estreia do Geral do Povo:

Apesar da referência sobrenatural, a produção estreou sob baixo orçamento e uma pequena estrutura da RedeTV, fatores contundentes que teriam resultado nas quedas de energia.

Outros especialistas de TV dizem ainda que a direção do programa, comandada por Marlene Mattos, pode ter combinado e armado a situação para repercutir nas redes sociais. Será?

Resumo da história da Bruxa da Sapolândia, associada aos apagões do Geral do Brasil

As teorias para justificar a falta de luz são inúmeras, só que, para os campo-grandenses, a Bruxa da Sapolândia tem lá seu dedinho nisso. Mas, afinal, que história é essa e quem é essa mulher?

Nos anos de 1970, a Capital se viu assombrada pela história de quatro crianças mortas e espancadas de forma cruel por uma mulher que seria sua tutora. Nascia então a história da “Bruxa da Sapolândia”, Célia de Souza, que teria assassinado as crianças em rituais de bruxaria.

A foto da mulher agachada ao lado das covas rasas onde as crianças foram encontradas eternizou no imaginário local o caso. À polícia na época, Célia negou os maus-tratos e disse que as mortes foram por causas naturais. Hoje, a casa localizada no bairro Taquarussu tem outra fachada e a “bruxa” foi absolvida das mortes em 1971.

Saiba mais sobre a experiência de Geraldo em Campo Grande:

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*Material editado para correção de informações