Com reforma em andamento, obras de Lídia Baís deixam Morada e vão para o Marco na Capital

Reforma da Morada dos Baís deve terminar no segundo semestre de 2022. Ate lá, obras de Lídia Baís ficam em outros pontos de Campo Grande
| 16/02/2022
- 20:40
Equipes higienizam obras antes do transporte para museus em Campo Grande
Equipes higienizam obras antes do transporte para museus em Campo Grande - (Foto: Reprodução/FCMS)

Conforme noticiado pelo Jornal Midiamax no dia 8 de fevereiro, as obras na Morada dos Baís continuam em andamento depois que a (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo) voltou a administrá-la. Por lá, a previsão do término do restauro é para o segundo semestre de 2022. Por isso, as obras da artista modernista Lídia Baís vão deixar o prédio centenário e serão abrigadas em outros pontos de cultura de Campo Grande.

Ao todo, são seis pinturas, um desenho e 50 fotografias que passam por processo de higienização nesta quarta-feira (16). As pinturas e o desenho serão transportados para o Marco ( de Arte Contemporânea), enquanto as fotografias ficarão conservadas no MIS-MS (Museu da Imagem e do Som de MS). O trabalho de Lídia Baís só retorna à Morada após o encerramento da reforma.

Conservação

De acordo com a FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul), as obras da artista serão salvaguardadas e acondicionadas de forma adequada na reserva técnica do Marco e do MIS. Parte do acervo pertence à Fundação de Cultura de MS, e outra à Sectur. As duas instituições entraram em acordo sobre a decisão de acondicionamento das obras nos dois museus durante a reforma do prédio.

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Obras passaram por processo de exposição (Foto: Reprodução/FCMS)

Segundo a coordenadora do Marco, Lúcia Monte Serrat, as obras sofreram um processo de exposição. Assim, a temperatura e as condições de umidade em que as obras estavam sendo expostas não eram adequadas para conversação, o que gerou uma deteriorização das peças. “É muito importante o cuidado e manutenção com as obras da Lídia Baís, porque ela faz parte da nossa história, é uma personagem precursora na arte sul-mato-grossense. A obra dela representa um marco na arte do nosso Estado”, disse.

Dessa forma, técnicos da Fundação de Cultura de MS, da Gerência de Patrimônio Cultural da Sectur, equipe do arquivo histórico e do Museu José Antônio Pereira vão atuar durante esta semana no processo de higienização, preparando as obras para o transporte. Depois, obras serão transportadas e ficarão guardadas no Marco e no MIS de Campo Grande até o término da reforma da Morada dos Baís.

 

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