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Oficina de percussão do grupo Tambores Vento Bom quer despertar ritmos nas pessoas

Curso acontece de setembro a dezembro

Daiane Libero Publicado em 12/09/2016, às 10h50

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Curso acontece de setembro a dezembro

Por alguns anos, o grupo de percussão Tambores Vento Bom foi destaque no carnaval de rua de Campo Grande, animando blocos e o Cordão Valu, e se fazendo presente em desfiles. Segundo o professor e percussionista Nola Pompeo, o aprendizado dos instrumentos como alfaias, caixas, agogôs e muitos outros, deve sempre se reciclar, para que o grupo continue presente na música de Campo Grande. Por isso, as oficinas de Percussão Popular estão com inscrições abertas e acontecem de setembro a dezembro. 

O grupo comemora 10 anos de existência, e segundo Nola, o valor da mensalidade desta nova temporada de curso será decidida pelo aluno. "Será como contribuição voluntária. Gostaríamos de juntar o maior número possível de pessoas", afirma. Os intrumentos para as aulas são fornecidos pelo grupo. "O bloco de tambores usa alfaias, caixas, repiniques, abês, ganzás, agogôs, gonguês e tamborins, utilizando ritmos como maracatu, côco, baião, afoxé, maculelê, ciranda, samba e samba-reggae, entre outros", explica.

Oficinas geram interação entre os usuários / Foto: Nola Pompeo/Divulgação

Para o grupo, a música e os sons vão além do simples aprendizado. "O contato com os tambores e a cultura popular brasileira tem uma função terapêutica muito eficaz e gostamos de trabalhar mantendo isso como prioridade durante as atividades. Cada um é incentivado a ultrapassar suas limitações através da música percussiva", analisa. "As atividades rítmicas, os sons, o esforço físico, os alongamentos, a interação em grupo e atividades de meditação realizadas na oficina contribuem para que haja um crescimento pessoal, renovando e despertando potencialidades no corpo, na mente e na alma", define Nola.

SERVIÇO – Para se inscrever, envie um e-mail para [email protected] As aulas/ensaios ocorrem na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, aos sábados de 17h às 19h30. Crianças podem participar pois há instrumentos específicos para elas. Mais informações: (67) 98195-7299.

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