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Funcionária de hospital há quatro décadas diz que nunca deixará a instituição

Colaboradora, que é um símbolo Santa Casa de Campo Grande, já atuou em três setores da entidade

Midiamax Publicado em 25/04/2015, às 13h10

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Colaboradora, que é um símbolo Santa Casa de Campo Grande, já atuou em três setores da entidade

São 70 anos de uma biografia traduzida em carisma, prestatividade, disposição e simpatia, sendo mais da metade de uma vida dedicada à Santa Casa de Grande, hospital público mais tradicional do Estado. Joana Ávila Correa, de 70 anos, é colaboradora da entidade há 42 anos, onde já trabalhou nos setores de almoxarifado, compras e gráfica, local em que atualmente oferece o seu profissionalismo. 

O destaque pelo entusiasmo da funcionária pelo trabalho é tanto que lhe rendeu entre os colegas na Santa Casa de Campo Grande a inspiração por ser um exemplo e o apelido carinhoso de ‘Joaninha’. Joana considera a entidade o seu próprio lar.  

“Aqui é a minha casa, eu amo trabalhar na Santa Casa e o dia em que eu for embora daqui eu morro”, diz Joana que ainda define o hospital como “sentimento lindo e puro”, sempre prestativo a um serviço de qualidade para toda a população.

Durante as quatro décadas de participação profissional, a funcionária que tem como formação acadêmica a Contabilidade, cita ter acompanhado muitas mudanças no hospital, como por exemplo a intervenção administrativa, assim como  o período posterior dela com a gestão de Wilson Teslenco, considerado por Joana “um anjo enviado pelo senhor para revigorar novamente o hospital”.

“Eu espero coisas boas para a instituição, aqui é a casa de todo mundo e precisamos da ajuda dos órgãos competentes para continuarmos realizando o nosso trabalho, que é salvar vidas”, relata Joana em alusão à dificuldade que a Santa Casa de Campo Grande passa, com deficit alegado pela gestão em R$ 4 milhões, no acumulado do ano de 2015. 

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