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Professor Monje avalia pesquisa e afirma que vai trabalhar para conquistar votos indecisos

O candidato ao governo do Estado, Professor Monje (PSTU) avaliou a pesquisa realizada pelo DATAmax nesta sexta-feira (29). Segundo o levantamento, o candidato aparece em último lugar com 0,40% de intenção de votos, mas para Monje o percentual não desanima a campanha e afirma que vai trabalhar para conquistar o voto dos indecisos. A pesquisa, […]

Arquivo Publicado em 29/08/2014, às 19h46

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O candidato ao governo do Estado, Professor Monje (PSTU) avaliou a pesquisa realizada pelo DATAmax nesta sexta-feira (29). Segundo o levantamento, o candidato aparece em último lugar com 0,40% de intenção de votos, mas para Monje o percentual não desanima a campanha e afirma que vai trabalhar para conquistar o voto dos indecisos.

A pesquisa, realizada entre os dias 25 e 28 de agosto, ouviu 1.500 eleitores em 37 cidades de Mato Grosso do Sul. Segundo o levantamento, Delcídio do Amaral (PT) lidera com 38,80% de intenção de votos, seguido pelo candidato do PSDB, Reinaldo Azambuja com 21,60%. Em terceiro lugar está Nelsinho Trad (PMDB) com 16,70%, e em seguida Sidney Melo (PSOL) com 0,70%; Evander Vendramini (PP) com 0,60% e Monje com 0,40%.

De acordo com a pesquisa, 5,60% dos entrevistados não votariam em nenhum dos candidatos ou votariam nulo e 15,70% ainda não sabem em que votar. Para Monje, o partido vai intensificar a campanha para conquistar o voto dos indecisos. “Vamos lutar para ganhar esses votos para o PSTU”, disse.

“Precisamos deixar bem claro que o processo eleitoral é um processo burguês”, avaliou o candidato. “Lamentavelmente o poder econômico se sobrepõe às demais candidaturas, temos poucos recursos em relação as demais, mas vamos continuar apresentando nossas propostas em debates. Sabemos que as demais candidaturas são financiadas por grandes grupos econômicos que administra este Estado”, considerou Monje.

A pesquisa, registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob o número MS 00030/2014), apresenta margem de erro de 2,5% para mais ou para menos e o grau de confiança é de 95%.

Jornal Midiamax