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Obama: EUA investirão US$ 1 bi em reforço militar na Europa

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta terça-feira em Varsóvia um plano para aumentar a presença militar americana no leste da Europa, declaração que chega em um contexto marcado pela crise da Ucrânia, as tensões com a Rússia e o temor de países como a Polônia de um expansionismo russo na região. Em […]

Arquivo Publicado em 03/06/2014, às 12h29

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta terça-feira em Varsóvia um plano para aumentar a presença militar americana no leste da Europa, declaração que chega em um contexto marcado pela crise da Ucrânia, as tensões com a Rússia e o temor de países como a Polônia de um expansionismo russo na região.


Em entrevista coletiva na capital polonesa, Obama explicou que solicitou ao Congresso de seu país que autorize um desembolso de US$ 1 bilhão (mais de R$ 2 bilhões). O investimento servirá para reforçar a segurança da zona, incluindo exercícios militares com os exércitos de ex-repúblicas soviéticas como Moldávia e Geórgia, países que há anos buscam estreitar laços com a Otan e a União Europeia (UE).


O presidente dos Estados Unidos também pediu aos aliados da Otan que invistam mais em defesa e destacou a liderança da Polônia, um dos países que mais apoiou a mudança de governo na Ucrânia. “Vemos que há uma diminuição constante [de apoio], e isso deve mudar”, declarou o presidente americano, lamentando os cortes nos gastos militares na Europa pela crise econômica.


Já o presidente da Polônia, Bronislaw Komorowski, anunciou que seu país aumentará sua despesa militar até alcançar 2% do Produto Interno Bruto (PIB).

Leste da Ucrânia


O presidente americano, Barack Obama, pediu nesta terça-feira à Rússia que use sua influência ante os separatistas pró-russos no leste da Ucrânia para que detenham seus ataques às tropas governamentais, e para prevenir a chegada de combatentes e de armas à região.


Obama também advertiu na coletiva de imprensa que uma mais provocações russas na Ucrânia pode acarretar novas sanções econômicas.

Jornal Midiamax