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Maio Amarelo termina neste sábado com avaliação positiva na Capital

Durante todo o mês de maio, a Agência Municipal de Transporte e Trânsito- Agetran, juntamente com o Gabinete de Gestão Integrada de Trânsitos-GGIT, desenvolveu diversas ações com o objetivo de alertar a população sobre a importância da segurança no trânsito, a fim de reduzir o número de acidentes. As ações de conscientização foram feitas através […]

Arquivo Publicado em 30/05/2014, às 14h36

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Durante todo o mês de maio, a Agência Municipal de Transporte e Trânsito- Agetran, juntamente com o Gabinete de Gestão Integrada de Trânsitos-GGIT, desenvolveu diversas ações com o objetivo de alertar a população sobre a importância da segurança no trânsito, a fim de reduzir o número de acidentes. As ações de conscientização foram feitas através de blitz educativas desenvolvidas pela Divisão de Educação para o Trânsito da Agetran, em parceria com o GGIT, com a abordagem dos motoristas, passageiros, ciclistas e pedestres em diversos pontos da cidade.


Durante a ação, foram passadas informações sobre regras importantes na prevenção de acidentes, como o respeito ao pedestre, o uso do cinto de segurança, a utilização de equipamentos de proteção para crianças, os riscos de misturar álcool e direção, dentre outras. Na operação foram distribuídas fitinhas amarelas, em alusão à luz do semáforo de trânsito que simboliza atenção, e materiais informativos.


Conforme a chefe de Núcleo Estatística de Acidentes de Trânsito da Agetran, Vera Lúcia Matos, a campanha Maio Amarelo foi um convite à reflexão do comportamento no trânsito. Segundo ela, as fitas amarelas distribuídas devem continuar nos veículos para que as pessoas lembrem que as atitudes do dia a dia devem contribuir para um trânsito mais seguro. “O laço amarelo nos semáforos não serão retirados, a população precisa saber que nestas vias ocorreram acidentes fatais e que o excesso de velocidade é o principal fator contributivo para a ocorrência destes acidentes”, argumentou.


Apresentações teatrais do grupo Chicomaria Produções Culturais também fizeram parte das ações, durante o mês, em oito terminais de ônibus de Campo Grande. Hoje, a última apresentação será no terminal Nova Bahia, às 16h30m. Na região do Anhanduizinho, que fechou 2013 com um grande número de acidentes com vítimas fatais, foram intensificadas as pinturas dos quebra-molas. O diretor-presidente da Agetran, Jean Saliba, considerou positivo o movimento Maio Amarelo, principalmente no sentido de conscientizar a sociedade sobre a importância da educação no trânsito. “A intenção foi colocar em pauta o tema segurança viária e chamar a atenção da sociedade sobre os altos índices de mortes, feridos e sequelados permanentes no trânsito, nas diversas ações foi possível alcançar diretamente a população”, disse.


Fechando a campanha, hoje (30) acontece a Blitz Educativa do GGIT, a partir das 16h, na avenida Afonso Pena com a rua 25 de dezembro com distribuição de fitinhas do maio amarelo e panfleto explicativo.

Dados


Conforme o levantamento realizado pelo GGIT houve redução no índice de óbitos ocorridos em consequência de acidentes de trânsito nos meses de janeiro a dezembro de 2013, em comparação ao período ano de 2012 – o número absoluto de ocorrências diminuiu de 126 para 116. Mesmo com o aumento da frota de motocicletas na Capital houve redução de 15% no número de óbitos de motociclistas entre 2012 e 2013.


De janeiro a maio de 2014, Campo Grande registra queda no número de mortes no trânsito com 43 óbitos, no ano passado os mesmos meses fecharam com 46 vítimas fatais. Ainda segundo os dados, neste mês durante a campanha “Maio Amarelo” foram 7 vítimas fatais, enquanto no ano passado 12.


O levantamento indica ainda, que nos finais de semana ocorrem mais acidentes com vítimas fatais, sendo o sábado o dia com maior ocorrência. Os dados indicam que as avenidas Manoel da Costa Lima, a Duque de Caxias e a Afonso Pena foram as vias com maior ocorrência de acidentes. Já a faixa etária com maior índice de envolvimento nos acidentes fatais é de 18 a 25 anos com 23,48%, seguido com empate de 11,30% 31 a 35 e 36 a 40 anos de idade.

Jornal Midiamax