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Mães dizem que escola onde garoto foi estuprado já teria sido palco de outros abusos

Mães de alunos da Escola Municipal Consulesa Margarida Maksoud Trad, onde um menino de 10 anos foi vítima de estupro, relataram na manhã desta quinta-feira (10), que este não seria o primeiro caso de abuso ocorrido na escola. Sem se identificar, elas dizem que ‘algum tempo atrás’, já teria acontecido caso de abuso de crianças. […]

Arquivo Publicado em 10/04/2014, às 20h31

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Mães de alunos da Escola Municipal Consulesa Margarida Maksoud Trad, onde um menino de 10 anos foi vítima de estupro, relataram na manhã desta quinta-feira (10), que este não seria o primeiro caso de abuso ocorrido na escola. Sem se identificar, elas dizem que ‘algum tempo atrás’, já teria acontecido caso de abuso de crianças.

Procurada, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Campo Grande afirrmou que por ser uma nova gestão, não há conhecimento de casos ou denúncias por parte da Secretaria Municipal de Educação ocorridos na escola.

Na manhã desta quinta-feira (10) uma denúncia de estupro contra um menino de 10 anos em uma escola do município chegou à Deaij (Delegacia Especializada no Atendimento Infância e Juventude).

Estupro – O crime aconteceu na Escola Municipal Consulesa Margarida Maksoud Trad, localizada no bairro Estrela Dalva. A vítima contou para a mãe que tinha sido abusada por três meninos, de 13, 14 e 15 anos, que estudam na mesma escola.O menino contou que os colegas já cometiam bullying contra ele há algum tempo, até que em um encontro no banheiro os três o prenderam, enquanto um o ameaçava com um canivete verde, outro o segurava e o terceiro abusava.

Assim que soube da história a mãe do menino o levou ao médico que constatou o abuso. Com o resultado do exame, ela foi até a escola relatar o abuso, em conversa com a diretora o garoto apontou os suspeitos do crime, que foram chamados,com os pais, para uma conversa entre todos os envolvidos.

Os três negam ter realizado o abuso e afirmam que o intervalo entre suas aulas é diferente do intervalo do menino.  Entre as coisas dos suspeitos não foi encontrado o canivete verde apontado pela vítima como arma para ameaça durante o crime, só um “canivete” caseiro, feito com lâmina de apontador, geralmente usado para apontar lápis.

Jornal Midiamax