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Empresário foi convencido a seguir até a casa onde morreu para mostrar carro

Pelo menos cinco pessoas já foram detidas pelo crime de roubo resultante em morte do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos. A vítima foi atraída pela quadrilha na terça-feira (1º), por volta das 15 horas, nas proximidades da rotatória da fábrica da Coca-Cola, na saída para São Paulo.  Dos cinco flagrados, quatro têm entre […]

Arquivo Publicado em 07/04/2014, às 12h17

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Pelo menos cinco pessoas já foram detidas pelo crime de roubo resultante em morte do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos. A vítima foi atraída pela quadrilha na terça-feira (1º), por volta das 15 horas, nas proximidades da rotatória da fábrica da Coca-Cola, na saída para São Paulo. 

Dos cinco flagrados, quatro têm entre 18 e 25 anos, e a quinta é uma adolescente de 17 anos. A titular da Defurv (Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos), Maria de Lourdes Souza Cano, afirmou que todos já têm passagem pela polícia pelos mais diversos crimes.
Um foi detido no sábado pela manhã, dois na madrugada do domingo, a adolescente na residência onde estava o corpo e o funileiro na noite de ontem.
“Tudo foi feito na base do empenho da investigação e dedicação dos policiais da Defurv, Garras (Delegacia Especializada de Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros), Serviço de Inteligência da Polícia Civil e a Acadepol (Academia da Polícia Civil)”, frisa Maria de Lourdes. 
Ação
A vítima colocou o veículo Golf à venda em um site da internet, um dos suspeitos entrou em contato com ele e marcou um encontro em um local movimentado. Após olhar o automóvel, o criminoso convenceu Erlon a ir até o bairro São Jorge da Lagoa, para mostrar o veículo à tia, que seria a futura proprietária. 
No imóvel, que pertence à adolescente, o empresário se viu cercado pela quadrilha. A vítima não reagiu ao crime, mas os criminosos deram um tiro na cabeça dele.
Em seguida, o corpo foi jogado na fossa e por cima, colocados diversos materiais recicláveis e lixo, com a intenção de ocultar o cadáver.
De acordo com as apurações policiais, ninguém ouviu o disparo de arma de fogo e nem viu o corpo sendo jogado na fossa. 
O bando foi detido pelos crimes de roubo, qualificado pelo resultado morte, porte ilegal de arma de fogo, ocultação de cadáver, concurso de menor e formação de quadrilha.

Jornal Midiamax