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Com Copa do Mundo e onda de protestos, lojas de fogos apostam nas vendas

Motivo para soltar fogos não faltam e não faltarão este ano. Por ora o movimento é fraco, mas a Copa do Mundo no Brasil anima proprietário de loja de explosivos no centro de Campo Grande. Neuri Gaspareto, de 45 anos, acredita que as vendas devem aumentar a partir da segunda quinzena de maio. “Com a […]

Arquivo Publicado em 28/04/2014, às 20h51

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Motivo para soltar fogos não faltam e não faltarão este ano. Por ora o movimento é fraco, mas a Copa do Mundo no Brasil anima proprietário de loja de explosivos no centro de Campo Grande.

Neuri Gaspareto, de 45 anos, acredita que as vendas devem aumentar a partir da segunda quinzena de maio. “Com a Copa se aproximando, o movimento vai aumentar”. Ele salienta que quanto melhor a Seleção Brasileira jogar, melhor para a loja. “Todos comemorarão”.

Neuri também está confiante com os protestos contra a Copa do Mundo. “No ano passado, com os protestos em julho, vendemos bem. Perto da Copa os protestos devem acontecer novamente”, diz. Segundo o proprietário da loja, os manifestantes preferem a bomba faraônica, por ser prensada e ter impacto maior.

Fiscalização

O Exército lançou nesta segunda-feira (28) a Operação Dínamo II para coibir atividades clandestinas e garantir segurança para a Copa do Mundo. Empresas, depósitos e loja de explosivos serão investigadas e fiscalizadas.

Por não vender pólvora, a loja de Neuri é fiscalizada apenas pelo Corpo de Bombeiros. “Estamos credenciados, a fiscalização é constante. Está tudo dentro das normas”, garantiu.

Jornal Midiamax