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Bálsamo: Moradores lamentam enrolação em obra de 2012 com R$ 33 milhões do PAC

Lançada em 2012 com um investimento de R$ 33 milhões provindos do PAC 2 (programa de Aceleramento do Crescimento) do governo federal, as obras do Complexo Bálsamo estão paradas,  deveriam ser entregues em 18 meses do lançamento. “Desde o ano passado está parado”, lamentou o pedreiro Messias José da Silva, de 48 anos. A informação […]

Arquivo Publicado em 11/02/2014, às 11h47

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Lançada em 2012 com um investimento de R$ 33 milhões provindos do PAC 2 (programa de Aceleramento do Crescimento) do governo federal, as obras do Complexo Bálsamo estão paradas,  deveriam ser entregues em 18 meses do lançamento.

“Desde o ano passado está parado”, lamentou o pedreiro Messias José da Silva, de 48 anos. A informação é confirmada pelo pintor Edson de Oliveira, de 38 anos, que mora há 14 na região. Segundo o presidente da associação de bairros Guaicurus, em agosto mais nenhuma máquina foi vista.

“Parece que a construtora abandonou a obra. A gente caminha todo dia aqui na comunidade e não vê mais nenhuma pessoa trabalhando na região do universitário”, ressaltou o presidente César Billerbck, 38 anos.

Segundo entrevistas anteriores do secretário municipal de Infraestrutura, Semy Ferraz, a obra está parada, pois a América Latina Logística (ALL), responsável pelos trilhos que cortam a Avenida Rita Vieira, não autorizou as obras de drenagem no local para continuação das avenidas que serão ampliadas pelo complexo.

Porém, o secretário está com o celular desligado e a reportagem não pôde confirmar qual a situação atual do processo que a prefeitura entrou contra a ALL para retomar as obras. A assessoria da prefeitura também foi procurada para esclarecimentos, mas depois de 20 dias de espera, ainda não houve respostas.

Complexo

Lançado em maio de 2012, o Complexo Bálsamo – Prosa prevê a pavimentação num total de 12,5 quilômetros, mais 11,7 quilômetros de drenagem, ciclovia, centro de triagem de recicláveis, quatro quadras poliesportivas, centro comunitário e pórticos na entrada da obra, além de remoção de moradores de área de risco.

Estes moradores seriam deslocados para 482 casas no bairro Moreninhas IV, que também estão com obras atrasadas como já noticiou o Midiamax este ano. Mais de 100 famílias aguardam para se mudarem.

Jornal Midiamax