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Ator de “Em Família” sul-mato-grossense diz que é “gratificante” ser reconhecido nas ruas

No ar como o Virgílio da segunda fase de “Em Família”, o ator Nando Rodrigues definiu como “gratificante” o reconhecimento que vem tendo entre o público depois da estreia da novela de Manoel Carlos. Fama é consequência de um trabalho bem feito. Eu vivo o personagem e me dedico. Então, eu quero que aquilo tenha […]

Arquivo Publicado em 10/02/2014, às 15h26

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No ar como o Virgílio da segunda fase de “Em Família”, o ator Nando Rodrigues definiu como “gratificante” o reconhecimento que vem tendo entre o público depois da estreia da novela de Manoel Carlos.


Fama é consequência de um trabalho bem feito. Eu vivo o personagem e me dedico. Então, eu quero que aquilo tenha uma repercussão. Eu estou muito feliz com os comentários que eu estou escutando, é muito gratificante”, disse o ator em entrevista ao site do programa “Encontro Com Fátima Bernardes”.


Atuando já há 14 anos, Nando ainda está se acostumando com o assédio. “É muito engraçado porque eu entro em um lugar e as pessoas ficam me olhando, é muito louco. Eu estou nessa profissão há 14 anos, já fiz dezenas de peças, é o meu 6° trabalho na televisão, mas é a primeira vez que eu estou sentindo esse assédio. É muito bom ver as pessoas reconhecendo o meu trabalho e comentando sobre isso. É esse reconhecimento que eu quero ter”.


Para o ator, ter recebido o convite para viver Virgílio foi um dos momentos mais felizes de sua vida. “Esse papel foi um presente. Quando recebi a notícia que tinha passado no teste, foi o momento profissional mais feliz. O Virgílio é um personagem lindo e tenho muita coisa em comum com ele. A gente teve a mesma criação simples e voltada para o meio rural. Acho que essa alma interiorana me aproximou muito do personagem”, contou.


Apesar da felicidade com o novo momento, Nando disse saber que terá sua vida exposta e afirmou que tentará preservar sua privacidade. “Quando a gente escolhe essa profissão, a gente sabe que vai ter a vida exposta, esse é um lado que não me agrada muito, mas o lado profissional é aberto para o público. Estou sempre disponível para falar disso, gostaria de preservar o meu lado pessoal o máximo possível”.


Solteiro, o rapaz ainda se definiu como romântico. “Sou romântico. Acho que hoje em dia está faltando um pouco de romantismo. Acho uma pena ver que se tornou brega você descer e abrir a porta do carro para uma mulher. É mais fácil a mulher dar uma risada do que achar aquilo normal”, afirmou.

Jornal Midiamax