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Acusados de matar homem por causa de furto de capacete são absolvidos na Capital

Dois acusados de matar Francisco das Chagas da Silva em 2011, foram absolvidos em júri popular realizado nesta sexta-feira (28). De acordo com a sentença, Douglas Silva Fonseca e Brenno Menezes Dias foram absolvidos dos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. Os dois foram denunciados pelos crimes, juntamente com Wanderson de Oliveira Madureira, que […]

Arquivo Publicado em 28/02/2014, às 18h23

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Dois acusados de matar Francisco das Chagas da Silva em 2011, foram absolvidos em júri popular realizado nesta sexta-feira (28). De acordo com a sentença, Douglas Silva Fonseca e Brenno Menezes Dias foram absolvidos dos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. Os dois foram denunciados pelos crimes, juntamente com Wanderson de Oliveira Madureira, que já foi julgado em junho do ano passado e condenado a 16 anos de prisão.


Consta nos autos do processo que no dia 14 de março de 2011, nas proximidades de um posto de combustíveis no bairro Coronel Antonino, os três agrediram Francisco das Chagas da Silva, com socos, pontapés e pedaço de pau. Os três acusados, junto com outras duas pessoas identificadas apenas por apelidos, teriam conduzido Francisco até local ermo, visando consumar o homicídio e ocultar o corpo da vítima.


O Promotor de Justiça, Celso Antônio Botelho de Carvalho, requereu a absolvição dos acusados Douglas e Brenno em relação ao homicídio e à ocultação do cadáver por insuficiência de provas para a condenação.


O Defensor Público, Humberto Bernardino Sena, sustentou para o crime de homicídio as teses de negativa de autoria por insuficiência de provas para condenação e exclusão das qualificadoras. Já para a ocultação do cadáver, também a tese de negativa de autoria por insuficiência de provas para a condenação.


 “Em resumo, o Conselho de Sentença, acolhendo o pedido do Promotor de Justiça, ratificado pela Defesa, absolveu Douglas e Brenno, consoante termo de quesitação anexo. Expeçam-se alvarás de soltura em favor dos acusados, se por outro motivo não estiver preso”.

Jornal Midiamax