O último dos 26 militantes estrangeiros do Greenpeace anistiados pelas autoridades russas deixou neste domingo a Rússia, 100 dias depois de ter sido detido com seus companheiros por uma ação no Ártico, anunciou a ONG.

“Estou muito feliz em voltar para casa”, declarou o polonês Tomasz Dziemianczuk, para quem a missão pela qual foi preso foi apenas “um grande início de nossa campanha no Ártico”, segundo um comunicado do Greenpeace.