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Pedra comemora volta à Câmara por processo que foi parar nas mãos de ministro ‘bonzinho’

Vereador Paulo Pedra (PDT) que estava cassado até ontem, quando foi concedida liminar pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e já está de volta à Câmara de Campo Grande nesta quinta-feira (19), comemorou a decisão do ministro Henrique Neves da Silva e o fato do processo de cassação dele e dos colegas Delei Pinheiro (PSD) e […]

Arquivo Publicado em 19/12/2013, às 13h58

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Vereador Paulo Pedra (PDT) que estava cassado até ontem, quando foi concedida liminar pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e já está de volta à Câmara de Campo Grande nesta quinta-feira (19), comemorou a decisão do ministro Henrique Neves da Silva e o fato do processo de cassação dele e dos colegas Delei Pinheiro (PSD) e Thais Helena (PT) terem sido julgados pelo magistrado.

“Tivemos muita sorte de o processo cair com o ministro Henrique Neves. Ele admite liminar sem autorização do TRE (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), o chamado juízo de admissibilidade”.

Na verdade, o recurso é uma avaliação do Tribunal Regional, no caso, verificando se estão presentes os pressupostos da admissão do recurso através de tópicos, o que segundo Pedra, poderia retardar em mais de 20 dias sua volta para a Casa de Leis.

O ministro Henrique Neves foi relator da absolvição do deputado distrital Benedito Domingos (PP), há dois dias. Domingos foi acusado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) de ter cometido irregularidades na prestação de contas da campanha de 2010, quando teria cometido erro na identificação de doação de combustíveis e também na identificação de distribuição de material de campanha.

O fato é visto com bons olhos pelo vereador de Campo Grande. “O ministro é contra cassação por presunção, sem provas, como foi no meu caso feito aqui pelo TRE. Tíquete de combustível não ganha eleição, eu ganhei no voto e não no tapetão”, terminou.

Para Delei Pinheiro (PSD), que também já está de volta à Casa, a decisão do ministro é sábia. “Volto com grande satisfação porque o povo que me concedeu o mandato, não é justa a acusação de abuso econômico. Comecei como gari e o TSE vai reconhecer isso”, disse.

Jornal Midiamax