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Maio registra criação de 2.666 novos postos com carteira assinada em MS

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados na última sexta-feira (21), demonstram que no mês de maio o emprego formal em Mato Grosso do Sul cresceu 0,53% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior, com a criação de 2.666 novos empregos […]

Arquivo Publicado em 25/06/2013, às 11h55

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Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados na última sexta-feira (21), demonstram que no mês de maio o emprego formal em Mato Grosso do Sul cresceu 0,53% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior, com a criação de 2.666 novos empregos celetistas.

Os setores de atividade econômica que mais contribuíram para este resultado foram os Serviços, com a criação de 740 novos postos; seguido pela Construção Civil, que apresentou um aumento de 604 postos e pela Indústria da Transformação, que ofereceu 575 novas vagas de trabalho.

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos cinco primeiros meses de 2013 houve acréscimo de 17.835 novos postos, um aumento de + 3,61%. Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses foi constatado crescimento de + 3,92% no nível de emprego, ou seja, mais 19.290 postos de trabalho.

De acordo com os dados de trabalhadores admitidos, desligados e o saldo de 2013 sem ajuste por unidade da Federação, Mato Grosso do Sul mostrou que 26.064 trabalhadores foram contratados e 23.398 trabalhadores foram desligados.

Municípios

Na evolução do emprego formal feita pelo Caged em municípios com mais de 30 mil habitantes do Estado de Mato Grosso do Sul, Três Lagoas apresentou os melhores índices e ocupa a primeira colocação com a criação de 876 novos empregos celetistas, um aumento de 2,3%. Campo Grande vem logo em seguida na lista do Caged com 301 novos postos de trabalho, crescimento de 0,15%. Os dados do Cadastro apresentaram ainda Nova Andradina com 135 postos (1,32%), Corumbá com 76 postos (0,53%), Paranaíba com 55 postos (0,58%) e Ponta Porã com 35 postos (0,4%), com avaliações positivas no número de criação de empregos. Coxim (-0,28%), Aquidauana (-0,53%), Naviraí (-0,46%) e Dourados (-0,15%) apresentaram números negativos na comparação entre trabalhadores desligados e admitidos.

Brasil

No País os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados demonstram que o emprego formal manteve sua trajetória de geração de postos de trabalho. No mês de maio foram gerados 72.028 postos de trabalho celetistas, representando o crescimento de 0,18% em relação ao estoque do mês anterior.

No mês de maio foram admitidos 1.827.122 trabalhadores contra um total de 1.755.094 desligamentos. O resultado é o segundo e o maior montante já registrado para o período, respectivamente. No acumulado do ano, ocorreu expansão de 1,69% no nível de emprego, equivalente ao acréscimo de 669.279 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 1.017.750 postos de trabalho, correspondendo à elevação de 2,60%.

Cabe destacar que dos oito setores de atividades econômicas, sete evidenciaram expansão no nível de emprego, sendo que um obteve um resultado superior à média da geração de empregos para o mês: Administração Pública (+2.850 postos, ante a média de +2.041 postos). Em termos absolutos, os principais setores responsáveis pelo desempenho positivo no mês foram: Agricultura (+33.825 postos ou +2,13%), Serviços (+21.154 postos ou +0,13%) e Indústria de Transformação (+15.754 postos ou +0,19%).

Em nível setorial o desempenho positivo ficou por conta da agricultura (+33.825 postos ou +2,13%), do setor de serviços (+21.154 postos ou +0,13%), e da Indústria de Transformação (+15.754 postos ou +0,19%). A Construção Civil foi o setor que apresentou declínio no mês (-1.877 postos ou -0,06%), comportamento esse que pode ser atribuído em parte ao encerramento das obras ligadas à Copa. O Comércio apresentou uma relativa estabilidade no mês (+36 postos ou 0,00%).

Com informações do MTE

Jornal Midiamax