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Incêndio destrói dois carros e queima R$ 3 mil em dinheiro em frente do Imol na Capital

Incêndio teria começado ao ser acionado alarme de veículo. Donos perderam netbook e até R$ 3 mil em dinheiro.

Arquivo Publicado em 18/12/2013, às 14h45

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Incêndio teria começado ao ser acionado alarme de veículo. Donos perderam netbook e até R$ 3 mil em dinheiro.

Um incêndio envolvendo dois carros aconteceu na manhã desta quarta-feira (18) na Avenida Senador Filinto Müller, em frente do Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol). Os dois veículos foram bastante consumidos pelas chamas.

O Crossfox preto com placa JUT-4088, e uma caminhonete 4×4 Nissan branca com placa OBS-4158, foram consumidos pelo incêndio.  De acordo com o Corpo de Bombeiros o fogo começou no Crossfox que pertence a Francisco Gonzales, 53 anos, mas eles não sabem explicar o motivo para o início do incêndio.

Francisco, que é cabeleireiro, foi levar a enteada para exame de corpo de delito. “Eu acionei o alarme, e depois viu o fogo vindo do painel” fala. Ele também disse ter trocado o fusível da lâmpada do teto há alguns dias. O carro não tem seguro e o homem não sabe o que vai fazer agora. “Eu tentei pegar o extintor mas não consegui destravar”, fala.

Outros dois veículos estavam próximos do local, mas foram retirados antes que as chamas os alcançassem. Um Palio branco que pertence a uma senhora identificada como Catarina e um Peugeot 207 Preto da perita Rafaela Oliveira 34 anos, foram retirados do local. “Eu não consegui entrar no carro, um companheiro arriscou a vida e salvou o meu carro”, afirma Rafaela.

O dono da caminhonete,  o diretor do Imol, Rubens Cyles Pereira, afirmou que perdeu um tablet, netbook, documentos pessoais e R$ 3 mil em dinheiro. Ele também possuía um revólver calibre 38 dentro do carro, que os bombeiros conseguiram salvar. “Nós tentamos apagar as chamas, mas o fogo estava muito forte e consumiu tudo”, fala.

Por causa do revólver, toda a ação de combate às chamas teve de ser feita à distância, por conta do perigo de a arma disparar. A perícia está no local para descobrir o motivo das chamas.

“A gente pede que as pessoas evitem deixar o celular ou GPS em cima do painel do carro ao sol, porque a bateria pode esquentar e iniciar um incêndio”, aconselha o sargento Ramirez do Corpo de Bombeiros. Dois mil litros de água foram usados para apagar as chamas.

Jornal Midiamax