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Delcídio diz que reprovação de Dilma era esperada e ‘pega de governadores a prefeitos’

O senador Delcídio do Amaral (PT) disse que a queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT) era esperada e “pega de governadores a prefeitos”. Para ele, a situação é reflexo da insatisfação da população com a classe política e exige reflexão por parte de todos os partidos. “Depois desses movimentos, é natural a queda […]

Arquivo Publicado em 30/06/2013, às 19h41

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O senador Delcídio do Amaral (PT) disse que a queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT) era esperada e “pega de governadores a prefeitos”. Para ele, a situação é reflexo da insatisfação da população com a classe política e exige reflexão por parte de todos os partidos.


“Depois desses movimentos, é natural a queda na popularidade, isso pega todos, de governadores a prefeitos”, afirmou Delcídio. “A média de queda é de 25 a 30 pontos percentuais”, acrescentou. A informação, segundo ele, leva em consideração pesquisas realizadas em todos os Estados, inclusive, em Mato Grosso do Sul.


“Os partidos e os institutos estão nas ruas e apontam queda de popularidade generalizada”, contou. “No Estado, também temos levantamos, mas não posso revelar os números, mas adianto que a situação é semelhante” reforçou.


Neste sentido, Delcídio entende que a classe política precisa parar para refletir e entender o recado das ruas. “O momento exige uma tremenda reflexão para termos condições de implementar as políticas que o povo espera”, avaliou. “Temos que aprender com os equívocos”, completou.


Indagado sobre a possibilidade de a reflexão resultar na mudança de rumo do PT com a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer no lugar de Dilma, Delcídio foi cauteloso e ponderou que é cedo para fazer essa avaliação.


“Os encaminhamentos estão em processo de implementação, qualquer avaliação agora é imprudente, temos que esperar o momento adequado”, disse.


O senador ainda ponderou que o próprio Lula passou por momentos difíceis, como Dilma vice agora. “O Lula viveu isso com o mensalão, praticamente na mesma época que a presidente, a um ano e meio da eleição”, lembrou. “Agora, tudo estará linkado com os desdobramentos das ações propostas”, finalizou.

Jornal Midiamax