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Concha Acústica será palco da Terceira Mostra Efeito Hip Hop no próximo sábado

Onze grupos de dança de rua apresentam-se a partir das 19h de sábado, 7 de dezembro, na Concha Acústica Helena Meirelles – Parque das Nações Indígenas. É a terceira edição da “Mostra Efeito Hip Hop”, realizada pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). Os espetáculos serão apresentados por quatro companhias convidadas e […]

Arquivo Publicado em 04/12/2013, às 20h05

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Onze grupos de dança de rua apresentam-se a partir das 19h de sábado, 7 de dezembro, na Concha Acústica Helena Meirelles – Parque das Nações Indígenas. É a terceira edição da “Mostra Efeito Hip Hop”, realizada pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). Os espetáculos serão apresentados por quatro companhias convidadas e outras sete de municípios participantes do projeto “Efeito Hip Hop” – também realizado pela FCMS. A entrada é gratuita.

Apresentam-se na “3ª Mostra Efeito Hip Hop” as companhias Funk-se, Dançurbana, Street Pop e Expressão de Rua (convidados), além dos grupos “New Style” (Aral Moreira); “Fênix Frew” (Guia Lopes da Laguna); ”Estação Onze” (Maracaju); ”CrazyDance” (Naviraí); “Impacto da Rua” (Paranaíba); “Dance Rio” (Rio Negro) e “Simbiose Street Dance” (Três Lagoas). Em todas essas cidades foram realizadas, durante o ano 2013, oficinas e seminários do projeto Efeito Hip Hop.

“O projeto Efeito Hip Hop é promovido há três anos pela Fundação de Cultura. Trata-se de um fomento à dança de rua, especialmente no interior do Estado. Nós oferecemos cursos gratuitos para formação de novos dançarinos e também de multiplicadores. Levamos professores aqui da Capital, que mensalmente realizam seminários e oficinas, uma vez por mês. Em 2013 realizamos o Efeito Hip Hop em sete cidades e o resultado desse trabalho será apresentado no próximo fim de semana”, informou o presidente da FCMS, Américo Calheiros.

De acordo com Júlia Aissa, coordenadora do Núcleo de Dança da Fundação de Cultura, o projeto tem atingido seu objetivo. “Já foram formados grupos de dança que conseguiram se organizar a ponto de participarem de um edital de seleção e serem selecionados para circularem pelo Estado, como é o caso do Simbiose Street Dance, de Três Lagoas. Além disso, multiplicadores foram preparados. Quatro dos sete municípios participantes neste ano já contam com professores oriundos do projeto, que foram contratados pelas prefeituras para ministrarem aulas de dança de rua em escolas de seus municípios”, afirma Julia.

Para o professor de dança Marcos Matos, o projeto Efeito Hip Hop também potencializa a dança de rua no interior do Estado. “Esse, para mim, é o grande diferencial, além da capacitação de propagadores. Quanto mais iniciativas como essa nós tivermos, voltadas pra dança e que respondam às necessidades de cada região, mais a cultura de nosso Estado irá crescer”, disse Marcos, que há três anos integra o quadro de professores do projeto.

SERVIÇO:

3ª Mostra Efeito Hip Hop

Local: Concha Acústica Helena Meirelles – Parque das Nações Indígenas

Horário: 19h

Entrada Franca

Jornal Midiamax