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Ao trocar Rio de Janeiro por Campo Grande, Papai Noel do shopping não imaginava ficar famoso

O Papai Noel mais conhecido de Campo Grande, Roberto Ribeiro de Oliveira, do Shopping Campo Grande, não imagina que ao trocar o Rio de Janeiro para viver na Capital Morena ficaria famoso. Há 16 anos, quando chegou aqui junto com a esposa, Valmerina Pereira da Rosa, disposto a mudar de vida, Roberto só queria montar […]

Arquivo Publicado em 20/12/2013, às 18h50

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O Papai Noel mais conhecido de Campo Grande, Roberto Ribeiro de Oliveira, do Shopping Campo Grande, não imagina que ao trocar o Rio de Janeiro para viver na Capital Morena ficaria famoso.

Há 16 anos, quando chegou aqui junto com a esposa, Valmerina Pereira da Rosa, disposto a mudar de vida, Roberto só queria montar seu comércio. O objetivo era se adaptar ao novo ritmo, bem diferente do Rio de Janeiro, que foi seu lar por 23 anos. Mas, para ironia do destino, o homem que queria sossego ficou conhecido, e hoje difícil é encontrar uma criança que frequente o shopping que não tenha tirado uma foto com ele.

A barba e os cabelos compridos sempre foram preferência do bom velhinho. Nascido em Pindamonhangaba, São Paulo, ele relembra que já na juventude usava assim, mesmo não sendo do rock. “Foi em abril de 2006 que eu cismei em deixar a barba e o cabelo crescerem, como eu sou o meu próprio chefe, me deixei ter o visual que sempre gostei, mesmo sem ser hippie ou roqueiro”, conta.

O que ele não esperava era que em um passeio com a esposa, na época de Natal, lehe renderia o emprego que o tornou conhecido. Uma loja do shopping o convidou para ser Papai Noel, foi sua primeira experiência como o “bom velhinho”. No ano seguinte, o convite veio do próprio empreendimento, que tornou Roberto o Papai Noel oficial pelos próximos seis anos.

O orgulho em se caracterizar nesse período, não fica somente entre o casal. Os filhos de Roberto ‘fazem inveja’ ao postar nas redes sociais que o Papai Noel é na verdade o próprio pai, e os netos fazem a mesma coisa.

Sobre o tempo com as crianças, diz que já ouviu muitas histórias tristes e felizes. Ele revela que os pequenos se encantam com o “bom velhinho”, puxam sua roupa, trocam suas confidencias, pedem pelos pais e por aqueles que amam, não apenas na expectativa de um presente, mas na esperança de ter mais um Feliz Natal.

Jornal Midiamax