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Magnata mexicano Carlos Slim entra como acionista de 8,4% da YPF

Apontado pela revista americana “Forbes” como o homem mais rico do mundo, o magnata mexicano Carlos Slim entrou nesta quinta-feira como acionista da YPF, adquirindo 8,4% das ações da companhia petrolífera controlada pelo Estado argentino. A YPF disse em uma nota enviada à Bolsa de Buenos Aires que o grupo financeiro mexicano Inbursa, pertencente ao […]

Arquivo Publicado em 14/06/2012, às 23h46

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Apontado pela revista americana “Forbes” como o homem mais rico do mundo, o magnata mexicano Carlos Slim entrou nesta quinta-feira como acionista da YPF, adquirindo 8,4% das ações da companhia petrolífera controlada pelo Estado argentino.


A YPF disse em uma nota enviada à Bolsa de Buenos Aires que o grupo financeiro mexicano Inbursa, pertencente ao multimilionário, adquiriu uma participação de 6,59% na maior produtora de hidrocarbonetos da Argentina.


Além disso, uma sociedade relacionada ao grupo Inbursa, a Imobiliária Carso, ficou com 1,77% das ações da petrolífera.


“Com a operação, Slim inicia um investimento de longo prazo em uma das empresas mais destacadas do setor de petróleo e gás na América Latina”, afirmou a YPF em nota distribuída à imprensa.


Em reunião ocorrida na tarde desta quinta-feira com o presidente da petrolífera, Miguel Galuccio, integrantes do grupo comprador lhe manifestaram que veem na YPF como “uma companhia sólida e com um bom potencial de crescimento”.


Por sua vez, Galuccio disse que a incorporação do empresário mexicano ao pacote acionário da empresa é importante e “um claro sinal” do mercado financeiro internacional.


“A contribuição de Slim é muito importante porque ele é um conhecedor e protagonista do mercado de petróleo internacional. Além disso, com a incorporação, Slim demonstra confiança na Argentina e no novo projeto da companhia”, comentou o presidente da YPF.


No último dia 5, a petrolífera argentina anunciou que planeja investir cerca de US$ 7 bilhões anuais de 2013 a 2017 com o objetivo de aumentar as reservas e a produção de combustíveis.

Jornal Midiamax