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Homem vê falso anúncio de consórcio no jornal e deposita R$ 4 mil a estelionatário

E estes depósitos seriam apenas a 1ª parcela de quatro que ele realizaria. O total investido pela vítima seria de R$ 15.560 para ela recebesse então uma carta de crédito no valor de R$ 40 mil.

Arquivo Publicado em 15/10/2012, às 14h51

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E estes depósitos seriam apenas a 1ª parcela de quatro que ele realizaria. O total investido pela vítima seria de R$ 15.560 para ela recebesse então uma carta de crédito no valor de R$ 40 mil.

O antigo ‘golpe do consórcio contemplado’, que já foi motivo de muita alerta por parte da Polícia Civil, fez mais uma vítima em Campo Grande. Há instantes, um homem de 25 anos registrou um boletim de ocorrência na 6ª delegacia de polícia, depois de realizar três depósitos que totalizaram quase R$ 4 mil.


E estes depósitos seriam apenas a 1ª parcela de quatro que ele realizaria. O total investido pela vítima seria de R$ 15.560 para ela recebesse então uma carta de crédito no valor de R$ 40 mil.


”O autor, ainda não identificado pela polícia, colocou um anúncio em um jornal de grande circulação de Campo Grande. A vítima então entrou em contato para adquirir a suposta carta de crédito e no intervalo de uma semana fez os três depósitos, um no valor de R$ 960, outro de R$ 690 e o último no valor de R$2.240”, afirma o delegado Walmir Moura Fé, responsável pelas investigações.


Na pressa de receber o benefício, o delegado conta que a vítima nem sequer desconfiou que toda a negociação foi feita pelo telefone celular e que o depósito que ele realizava tinha o remetente de Goiânia (GO).


”Após os depósitos o autor ainda chegou a enviar por correio um suposto contrato. A firma que seria dona do consórcio na verdade não existe e ainda não dá para saber se a conta seria mesmo do autor ou estaria em nome de laranjas. Mas já começamos as investigações”, garante o delegado ao Midiamax.


O primeiro passo, de acordo com Moura Fé, será de pedir o bloqueio da conta para que não haja mais vítimas. E, como orientação sobre o antigo golpe, o delegado afirma que ‘nesse tipo de compra é imprescindível que a negociação seja feita pessoalmente’, além da pessoa ter o cuidado de se certificar sobre a empresa.

Jornal Midiamax