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Diretor do Fluminense revela sofrimento maior com tropeço do Atlético-MG

A derrota do Atlético-MG para o Náutico serviu de alívio para a torcida do Fluminense, já que o clube carioca se manteve na liderança do Campeonato Brasileiro. Porém, o diretor executivo de futebol do clube tricolor, Rodrigo Caetano, revelou que, depois do tropeço de seu time, sofreu ainda mais com o resultado negativo do concorrente. […]

Arquivo Publicado em 18/09/2012, às 00h21

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A derrota do Atlético-MG para o Náutico serviu de alívio para a torcida do Fluminense, já que o clube carioca se manteve na liderança do Campeonato Brasileiro. Porém, o diretor executivo de futebol do clube tricolor, Rodrigo Caetano, revelou que, depois do tropeço de seu time, sofreu ainda mais com o resultado negativo do concorrente.


“Sou bastante exigente e sofri em dobro, porque vi que era a possibilidade de abrir cinco pontos em relação ao segundo colocado”, explicou o dirigente, durante evento realizado na Arena Palestra Itália, na tarde desta segunda-feira.


O Fluminense entrou em campo na noite de sábado, no estádio Raulino de Oliveira, e perdeu por 2 a 1 para o lanterna Atlético-GO. Apesar do placar adverso, o time carioca conseguiu se sustentar na ponta, já que o Atlético-MG também perdeu, no domingo.


“Nossa equipe está sendo eficiente mesmo nos jogos em que não vai bem, mas este é o resultado do modelo de sucesso, de mesclar atletas experientes aos jovens. Talvez o time não esteja encantando todo mundo, mas é letal”, ponderou.


O time de Abel Braga aparece com 53 pontos na tabela, na dianteira, enquanto o Atlético-MG tem 51, mas um jogo a menos. Diante dos elogios que o elenco tricolor recebe, Rodrigo Caetano nega que o grupo seja o melhor do Brasil.


“Nossos atletas formam um elenco equilibrado, mas não é o melhor. Em alguns jogos, o Abel teve de colocar seis garotos no banco. Temos um grupo qualificado, mas não em quantidade. Outros clubes também investem bastante, como São Paulo, Internacional…”, encerrou.

Jornal Midiamax