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Depoimentos do caso Cachoeira recomeçam em GO

O juiz Alderico Rocha, da 11ª Vara da Justiça Federal de Goiânia, retomou a audiência para o depoimento de testemunhas no processo sobre a Operação Monte Carlo, que culminou com a prisão do contraventor Carlinhos Cachoeira. Está previsto o interrogatório de sete réus, mas ainda não se sabe se todos depoimentos vão acontecer nesta quarta-feira. […]

Arquivo Publicado em 25/07/2012, às 12h37

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O juiz Alderico Rocha, da 11ª Vara da Justiça Federal de Goiânia, retomou a audiência para o depoimento de testemunhas no processo sobre a Operação Monte Carlo, que culminou com a prisão do contraventor Carlinhos Cachoeira. Está previsto o interrogatório de sete réus, mas ainda não se sabe se todos depoimentos vão acontecer nesta quarta-feira.


Carlinhos Cachoeira chegou pouco antes das 9h ao tribunal. Com um terno cinza, camisa branca e gravata rosa, ele sorriu para a mulher, Andressa Mendonça, e familiares que acompanham a audiência.


O bicheiro passou a noite na sede da PF em Goiânia e foi conduzido à Justiça Federal por volta das 8h em um comboio de carros da PF. Ele estava deitado no banco de trás de uma das viaturas.


Das testemunhas de acusação indicadas pelo Ministério Público Federal – duas foram ouvidas na terça-feira. Ainda faltam ser ouvidas cinco testemunhas indicadas pelos réus. Inicialmente dez pessoas foram convocadas, mas os advogados de defesa dispensaram cinco.


Lenine Araújo de Souza, apontado como braço-direito de Cachoeira, será o primeiro dos réus a prestar depoimento.


Além de Cachoeira e Lenine, os outros réus do processo são Gleyb Ferreira da Cruz, apontado na denúncia como auxiliar do contraventor; Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, suspeito de ter feito grampos ilegais a mando de Cachoeira; Wladimir Garcez, apontado como elo entre Cachoeira e o governo de Goiás; José Olímpio de Queiroga Neto, suspeito de atuar na abertura e fechamento de pontos de jogo ilegal; e Raimundo Washington de Sousa Queiroga, irmão de José Olímpio.


O oitavo réu do processo, Geovani Pereira da Silva, acusado de ser o contador da quadrilha, está foragido desde a Operação Monte Carlo e não será ouvido pela Justiça.

Jornal Midiamax