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De olho no crescimento, peemedebistas de MS estão de braços abertos para o DEM

Um projeto de lei que pretende acabar com as coligações proporcionais, dificultará a vida de grande número de partidos. Para sobreviverem muitas siglas partidárias deverão se fundir com partidos maiores, como o PMDB. Vendo com bons olhos a diminuição do número de partidos, o presidente regional do PMDB, Esacheu Nascimento, disse que o presidente nacional […]

Arquivo Publicado em 18/07/2012, às 15h05

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Um projeto de lei que pretende acabar com as coligações proporcionais, dificultará a vida de grande número de partidos. Para sobreviverem muitas siglas partidárias deverão se fundir com partidos maiores, como o PMDB. Vendo com bons olhos a diminuição do número de partidos, o presidente regional do PMDB, Esacheu Nascimento, disse que o presidente nacional do partido, senador Valdir Raupp (RO), já informou que seis partidos estão conversando sobre uma possível fusão. “O DEM é um dos seis partidos que estão conversando sobre fusão. Acredito que isso também será bom para o PMDB, pois aumentará ainda mais a sua bancada”, comentou.


Segundo Esacheu, dos 30 partidos existentes ficarão apenas sete ou 10 partidos. “Penso que a diminuição do número de partidos é suficiente para atender a população. O DEM e outros partidos são bem vindos”, salientou.


Para o deputado federal peemedebista Marçal Filho, a fusão com o PMDB é boa para seu partido, pois aumentará o número de políticos, assim como sua força, mas faz uma ressalva no ponto de vista ideológico. “Com certeza a fusão com o DEM é interessante para o PMDB, mas ideologicamente não sei se vai ser bom. Têm muitos políticos que nem têm ideologia, que nem sabem se são de direita ou de esquerda”, avaliou.


De acordo com o deputado, a fusão poderá ocorrer se as siglas se identificarem. “A verdade é que o DEM está sim procurando um partido maior para se fundir, mas talvez isso aconteça com outro que não seja o PMDB”. Entretanto, Marçal afirma que a fusão com o DEM dependerá das eleições municipais. “Se eles não forem bem nessas eleições, o DEM correrá o risco de se tornar um partido nanico, daí a preocupação em fazerem fusão”, acredita.

Jornal Midiamax