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Confiança no setor de serviços cai pela quinta vez consecutiva

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas recuou 2,6% entre julho e agosto de 2012, na série com ajuste sazonal, ao passar de 120,6 para 117,5 pontos. Após a quinta queda consecutiva, o índice chega ao menor patamar desde os 116,2 pontos de agosto de 2009, resultado que sinaliza a manutenção […]

Arquivo Publicado em 28/08/2012, às 13h32

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O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas recuou 2,6% entre julho e agosto de 2012, na série com ajuste sazonal, ao passar de 120,6 para 117,5 pontos. Após a quinta queda consecutiva, o índice chega ao menor patamar desde os 116,2 pontos de agosto de 2009, resultado que sinaliza a manutenção de um ritmo moderado de atividade do setor no terceiro trimestre de 2012.


A queda do ICS foi influenciada tanto pela percepção do setor em relação ao momento atual quanto pelas expectativas para os próximos meses. A diminuição do grau de satisfação dos empresários em relação ao momento presente levou o Índice da Situação Atual (ISA-S) a uma queda de 2,2%, parecida com a de 2,4% observada em julho. O ISA-S atingiu 103,7 pontos, o menor nível desde agosto de 2009 (96,8). Já o Índice de Expectativas (IE) recuou 2,9% em agosto, para 131,2 pontos, o menor desde junho de 2009 (129,7).


O indicador que mede o volume de demanda atual foi o que mais contribuiu para a queda do ISA-S entre julho e agosto, ao recuar 2,9%, de 100,7 para 97,8 pontos. Das 2.665 empresas consultadas, 18,9% avaliam o volume da demanda como forte contra 19,5% no mês anterior; a parcela das que o consideram fraco passou de 18,8% em julho para 21,1% em agosto, percentual idêntico ao registrado em outubro de 2009.


O indicador que mede o otimismo do empresariado em relação à demanda nos três meses seguintes foi o que mais influenciou na queda do IE-S, com um recuo de 3,0%, para 129,3 pontos, o menor patamar desde junho de 2009 (127,8). A proporção de empresas prevendo uma demanda maior diminuiu de 42,4% para 39,0%, enquanto a parcela das que esperam diminuição da demanda cresceu ligeiramente, de 9,1% para 9,7% do total.

Jornal Midiamax