Geral

Viúva do caso Mega-Sena é absolvida pelo Tribunal do Júri de Rio Bonito

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Rio Bonito, no Rio de Janeiro, absolveu na madrugada deste sábado, dia 3, Adriana Ferreira de Almeida, acusada de mandar matar o milionário da Mega-Sena Renné Senna, em janeiro de 2007. A sentença foi lida pela juíza da 2ª Vara de Rio Bonito, Roberta dos Santos […]

Arquivo Publicado em 03/12/2011, às 10h21

None

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Rio Bonito, no Rio de Janeiro, absolveu na madrugada deste sábado, dia 3, Adriana Ferreira de Almeida, acusada de mandar matar o milionário da Mega-Sena Renné Senna, em janeiro de 2007. A sentença foi lida pela juíza da 2ª Vara de Rio Bonito, Roberta dos Santos Braga Costa.


A promotora de Justiça Priscila Naegele pediu a absolvição, por falta de provas, dos outros três acusados que estavam sendo julgados: Janaína Silva de Oliveira da Costa, Ronaldo Amaral de Oliveira e Marco Antônio Vicente, que também foram absolvidos pelo Conselho de Sentença. O julgamento dos quatro réus durou cinco dias e foram ouvidas 17 testemunhas.


Os outros réus do processo, Anderson Silva de Souza e Ednei Gonçalves Pereira, já haviam sido julgados e foram condenados, em 2009, a 18 anos de prisão pelo assassinato de Renné.


Em depoimento na quinta-feira, Adriana disse que traiu o marido porque este teria disfunção erétil. Além disso, ela disse que tinha “carência” e que traiu apenas por “satisfação sexual”.


Seu advogado, Jackson Costa, afirmou nesta sexta que faltavam provas quanto ao suposto envolvimento de sua cliente com a morte e que o caso deveria ser chamado “caso de fofoqueiro”. “Se me mostrasse alguma prova legal eu pediria a condenação. Não defendo bandido”, disse Costa.


Renné Senna foi assassinado em 2007, dois anos depois de ganhar R$ 52 milhões na Mega-Sena em Rio Bonito, região das baixadas litorâneas no Rio de Janeiro. Com o resultado, a viúva, que chegou a ficar presa por um ano e meio, é beneficiada com 50% da herança de Renné Sena. .


Adriana deixou o Fórum no carro de seu advogado de defesa e sob a escolta de uma equipe da Polícia Militar por volta de 2h45.

Jornal Midiamax