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Semana da Conciliação começa hoje com 6.900 audiências

Começa nesta segunda-feira (28), a Semana da Conciliação, um esforço concentrado para a redução do volume de processos em trâmite nas 54 comarcas da justiça de Mato Grosso do Sul. Criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem por objetivo motivar os tribunais a buscar entendimento entre as partes e disseminar a cultura da resolução […]

Arquivo Publicado em 28/11/2011, às 13h09

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Começa nesta segunda-feira (28), a Semana da Conciliação, um esforço concentrado para a redução do volume de processos em trâmite nas 54 comarcas da justiça de Mato Grosso do Sul. Criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem por objetivo motivar os tribunais a buscar entendimento entre as partes e disseminar a cultura da resolução dos conflitos judiciais, por meio da mediação.


Conciliação é a modo mais rápido e barato de encerrar um processo, respeitando o interesse de cada um dos envolvidos, além de reduzir o número de sentenças proferidas que forçam a parte contrária a cumprir a decisão do juiz.


Esta edição contará com a Justiça Itinerante presente no esforço concentrado. Durante o período de 28 e novembro a 2 de dezembro os conciliadores atenderão nos bairros, e na sexta-feira (2) estará na Praça do Rádio, das 7 às 16 horas, prestando esclarecimentos e fazendo conciliações.


Com o slogan “Conciliar é a forma mais rápida de resolver conflitos”, a coordenação da Semana da Conciliação em Mato Grosso do Sul será da Desª. Tânia Garcia de Freitas Borges, do Des. Vladimir Abreu da Silva e do juiz Fernando Paes de Campos, sob a presidência da desembargadora.


O juiz Fernando Campos acredita que a população começa a reconhecer a conciliação como uma forma idônea e eficiente para solução dos conflitos trazidos perante o Judiciário. “Este é o objetivo maior da campanha nacional pela conciliação: incutir nas pessoas a ideia de que a melhor forma de resolver seus litígios é conversando e negociando. Conciliadores qualificados e experientes ajudam as partes a se entender e só assim se obtém a paz. Isso, em longo prazo, desafogará o Judiciário, permitindo que um serviço mais célere seja prestado ao cidadão”, concluiu ele.


Jornal Midiamax