Geral

Risco de infecção mantém mulher baleada no carro de Adriano no hospital até terça-feira

A estudante Adriene Pinto, atingida por um tiro de pistola .40 na madrugada do dia 24 enquanto estava no interior do carro do jogador Adriano, não deverá deixar o hospital Barra D´Or, onde está internada, até passar por uma cirurgia de reconstrução do dedo atingido (indicador da mão esquerda). A informação é do próprio hospital. […]

Arquivo Publicado em 25/12/2011, às 18h48

None

A estudante Adriene Pinto, atingida por um tiro de pistola .40 na madrugada do dia 24 enquanto estava no interior do carro do jogador Adriano, não deverá deixar o hospital Barra D´Or, onde está internada, até passar por uma cirurgia de reconstrução do dedo atingido (indicador da mão esquerda). A informação é do próprio hospital.


A vítima do disparo, que ainda não tem autoria conhecida e que teria sido acidental, permanecerá internada porque há risco de infecção no ferimento caso ela deixe o ambiente esterilizado do hospital.


Segundo informam funcionários do Barra D´Or, a estudante não está sedada, não sente dores, está tranquila e clinicamente estável. O dedo da estudante está enfaixado, após ter passado por um processo chamado de limpeza cirúrgica. A cirurgia reparadora acontecerá só na terça-feira, após acompanhamento do quadro clínico e exclusão do risco de infecção.

O delegado Fernando Reis, da delegacia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, está disposto a realizar uma acareação entre Adriano e Adriene, já que os dois apresentam versões conflitantes sobre o ocorrido. A vítima afirma que foi o jogador do Corinthians quem efetuou o disparo. Adriano, por sua vez, diz que foi a própria vítima quem disparou a arma. Os dois concordam em duas coisas: o tiro ocorreu acidentalmente, e a pistola pertence ao segurança de Adriano, que também estava no carro.
Segundo informações divulgadas pela Agência Estado, o delegado também informou que a perícia foi enfática ao indicar que o tiro partiu do banco de trás do carro. Adriano afirma que estava no banco da frente; a vítima diz que o jogador estava no banco de trás.
Jornal Midiamax