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Para pedir relaxamento da prisão, advogado alega que Federal que matou PM agiu em legítima defesa

O advogado Felipe Cazuo Azuma acredita que até sexta-feira o juiz da terceira Vara Criminal de Dourados julgue o pedido de relaxamento da prisão ou a liberdade provisória do policial federal Leonardo de Lima Pacheco, que foi preso em flagrante na tarde do último domingo depois do enfrentamento com dois policiais militares. Azuma alega que […]

Arquivo Publicado em 11/05/2011, às 22h12

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O advogado Felipe Cazuo Azuma acredita que até sexta-feira o juiz da terceira Vara Criminal de Dourados julgue o pedido de relaxamento da prisão ou a liberdade provisória do policial federal Leonardo de Lima Pacheco, que foi preso em flagrante na tarde do último domingo depois do enfrentamento com dois policiais militares.


Azuma alega que Leonardo acusado de matar o policial Militar Sandro Alvarez Morel e deixar ferido José Pereira de Souza agiu em legítima defesa. A defesa afirma que Leonardo em razão da situação inusitada em que se viu envolvido acreditava que o soldado Sandro era um “delinquente” que invadiu seu apartamento no Condomínio Indaiá.


O advogado afirmou em sua petição que tanto a guarda municipal Zilda Aparecida Rodrigues Ramires quanto o policial federal Leonardo Pacheco, conforme constam nos depoimentos prestados à Polícia Civil sabiam que no apartamento não existia droga.


Azuma alega que o PM morto “sem a devida comunicação ao seu superior, e pior, sem estar munido de mandado judicial para tanto, adentrou na residência de Leonardo e desta forma comprova-se que a incursão de Sandro no apartamento foi ilegal”.


A defesa alega também que Leonardo “goza de alto prestigio entre seus colegas de profissão”, possui residência fixa e nunca cometeu crimes. Felipe Azuma acredita que a justiça vai entender que não é necessário manter o policial federal preso para que ele tenha melhores condições para responder o processo em liberdade já que não oferece perigo a sociedade.

Jornal Midiamax