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Obama se reúne com europeus para discutir crise econômica e geração de emprego

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, reúnem-se nesta segunda-feira (28) com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e a chefe da Diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton. Em pauta, os impactos da crise econômica internacional […]

Arquivo Publicado em 28/11/2011, às 12h38

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, reúnem-se nesta segunda-feira (28) com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e a chefe da Diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton. Em pauta, os impactos da crise econômica internacional e as medidas para enfrentá-los.


Também deverão ser incluídas nas conversas, em Washington, temas como as mudanças climáticas e a energia renovável, além das tensões envolvendo o Irã, a Síria, o Afeganistão, Paquistão e Egito. A Primavera Árabe – referente ao movimento popular que derrubou líderes políticos na região – também colocou o mundo muçulmano no centro dos debates da comunidade internacional.


Os negociadores europeus, que participaram das reuniões preliminares, informaram que o encontro, em Washington, tem o objetivo de propor alternativas que estimulem o crescimento econômico associado à gereação de emprego e renda. As discussões ocorrem no momento de acirramento dos debates sobre a crise na zona do euro.


No dia 25, houve informações, não confirmadas oficialmente, que o novo primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy (PP), estuda a possibilidade de recorrer à ajuda financeira externa como uma das opções para fazer frente à pressão dos mercados.


Na Alemanha, no fim de semana, surgiu a informação que falharam os esforços para levantar 6 bilhões de euros em um leilão de dívida. “Com a economia mundial passando por momentos de incerteza, grandes mudanças devem ocorrer no sistema internacional, a relação transatlântica é agora mais relevante do que nunca”, disse Durão Barroso.


Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

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