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Força aérea de Khadafi não representa mais perigo, diz general

O comandante da Aeronáutica britânica em operação na Líbia, Greg Bagwell, disse nesta quarta-feira (23) que a Força Aérea de Muammar Khadafi “não existe mais como ameaça militar”. Ele afirmou que a coalizão já pode operar livremente no país e que seus soldados estariam pressionando constantemente as forças do líder líbio. “Protegemos os inocentes na […]

Arquivo Publicado em 23/03/2011, às 19h58

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O comandante da Aeronáutica britânica em operação na Líbia, Greg Bagwell, disse nesta quarta-feira (23) que a Força Aérea de Muammar Khadafi “não existe mais como ameaça militar”.


Ele afirmou que a coalizão já pode operar livremente no país e que seus soldados estariam pressionando constantemente as forças do líder líbio. “Protegemos os inocentes na Líbia, garantindo que eles estejam protegidos de ataques. Temos as forças líbias sob constante observação e os atacamos toda vez que ameaçam civis ou atacam centros populacionais”, disse.


Seis navios da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) começaram a patrulhar a costa líbia para garantir o embargo de armas imposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) ao regime de Khadafi.


Líderes ocidentais ainda discutem quem ficará à frente da coalizão internacional responsável pelas operações na Líbia.


Os EUA já manifestaram seu interesse em passar o controle da operação à Otan.


Forças internacionais vêm lançando ataques à Líbia desde sábado. A coalizão – integrada até o momento pelos Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Canadá e Itália – age sob o mandato do Conselho de Segurança da ONU, que aprovou a imposição de uma zona de exclusão aérea sobre o país, para proteger a população civil.


Também nesta quarta-feira, a União Europeia aprovou sanções contra empresas petrolíferas líbias.
As sanções contra a companhia estatal de petróleo estão de acordo com a resolução da ONU da semana passada e inclui também cinco de suas subsidiárias.

Jornal Midiamax