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Defurv desbarata quadrilha que comercializava veículos clonados

Policiais civis da Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (Defurv) desbarataram uma quadrilha que comprava carros roubados em outros estados e os revendia em Mato Grosso do Sul com documentos falsificados. No dia 11 de setembro de 2010, policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros […]

Arquivo Publicado em 25/01/2011, às 21h14

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (Defurv) desbarataram uma quadrilha que comprava carros roubados em outros estados e os revendia em Mato Grosso do Sul com documentos falsificados.

No dia 11 de setembro de 2010, policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), apreenderam um veículo Toyota Corolla roubado no estado de São Paulo. O veículo estava com placas e documento de outro veículo, da mesma marca e modelo, mas em consulta à numeração do chassi, os investigadores constataram que se tratava de um “dublê”.

Em 28 de outubro de 2010, policiais militares apresentaram na Defurv um veículo Fiat Stilo, um Fiat Punto e um Honda Civic, todos na mesma situação do veículo Toyota. Na ocasião, Antonio de Jesus Arf (47) e Darci Alves de Melo (39), sócios da loja denominada Veimotors, foram presos em flagrante por “receptação”. Lucas Garcia Arf (25), filho de Antonio de Jesus Arf, também envolvido no esquema, foi indiciado pela prática do crime.

Os policiais da Defurv descobriram que, em todos os casos, estava envolvido um quarto indivíduo, identificado como sendo Wellington Aquino Braga (33), vulgo “Tom”, localizado no dia 12 de janeiro de 2011, por policiais rodoviários federais, na rodovia BR 262, conduzindo um veículo Ford Ecosport clonado. Ele foi preso em flagrante e se encontra no Estabelecimento Penal de Segurança Máxima.

Todos foram indiciados pela prática dos crimes de “receptação”, “formação de quadrilha”, “falsificação de documento público”, “uso de documento falso” e “adulteração de sinal identificador de veiculo automotor”. Acredita-se que a quadrilha vinha atuando em vários estados do Brasil, uma vez que os veículos recuperados são originários de três estados diferentes: Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

A Polícia Civil recomenda que os compradores submetam os veículos à vistoria do Detran antes fecharem negócio, a fim de evitar surpresas desagradáveis.

Jornal Midiamax