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Cineclube UFGD promove Mostra Brasil Migrante em dezembro

Começa neste sábado (3), a Mostra Brasil Migrante realizada pelo projeto de extensão Cineclube UFGD. A sessão é aberta ao público e terá o filme “Conterrâneos Velhos de Guerra”, sobre a importância dos nordestinos para a construção de Brasília. A exibição começa às 17h, no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, […]

Arquivo Publicado em 02/12/2011, às 12h46

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Começa neste sábado (3), a Mostra Brasil Migrante realizada pelo projeto de extensão Cineclube UFGD. A sessão é aberta ao público e terá o filme “Conterrâneos Velhos de Guerra”, sobre a importância dos nordestinos para a construção de Brasília. A exibição começa às 17h, no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

“Conterrâneos Velhos de Guerra” mostra os primeiros tempos de Brasília, ainda na construção, em 1959. Os canteiros de obras se espalham por toda parte e os trabalhadores, chamados de candangos, afluem de vários pontos do país, especialmente do Nordeste. As péssimas condições de trabalho provocaram uma chacina que vitimou grande número de operários. A memória deste e de outros episódios chega aos nossos dias pelo testemunho daqueles que viveram a experiência da construção da capital brasileira.

A Mostra será realizada também nos dias 10 e 10 de dezembro, respectivamente com os filmes “O Cineasta da Selva” e “Cinema, Aspirina e Urubus”, todos fornecidos ao Cineclube UFGD pela Programadora Brasil que faz parte do Programa Cine Mais Cultura, do Ministério da Cultura.

Sinopse dos outros filmes:

O Cineasta da Selva

Fatos são misturados a uma realidade imaginada, criada e encenada, neste documentário que conta a vida de um garoto (Silvino Santos, 1886-1970) que, nascido em Portugal, apaixona-se pelo Rio Amazonas. Na virada do século, com 13 anos, Silvino cruza o Atlântico em busca daquela Amazônia fantástica imaginada pelos europeus. Em 1913 realiza seu primeiro documentário de longa-metragem. Ele viveria sua aventura contracenando com grandes personalidades, testemunhando acontecimentos marcantes, do fausto à queda do monopólio da borracha. Filmando essa Amazônia do início do século, ele se torna um mito da selva e um dos pioneiros do cinema no Brasil.Cinema, Aspirinas e Urubus

1942. No meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann, um alemão que fugiu da Guerra, e Ranulpho, um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que já haviam conhecido o cinema, para vender um remédio “milagroso”. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Nesta jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre.

Jornal Midiamax