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Prefeitura quer doar terreno para MPE construir sede social

No pacote de projetos enviados neste fim de ano pela prefeitura de Campo Grande para votação na Câmara consta o PL 6.943/2010 que faz a doação de uma área de cerca de 10 mil metros quadrados para o MPE (Ministério Públicos Estadual). No terreno, localizado no Bairro Cristo Redentor, o órgão pretende construir sua sede […]

Arquivo Publicado em 21/12/2010, às 19h28

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No pacote de projetos enviados neste fim de ano pela prefeitura de Campo Grande para votação na Câmara consta o PL 6.943/2010 que faz a doação de uma área de cerca de 10 mil metros quadrados para o MPE (Ministério Públicos Estadual). No terreno, localizado no Bairro Cristo Redentor, o órgão pretende construir sua sede social. Pelo texto, após a doação o órgão terá 48 meses para construir o prédio.

A proposta gerou dúvidas entre vereadores que querem entender que benefícios terão os munícipes de Campo Grande com a doação de um terreno para o MPE construir sua sede social. O secretário adjunto da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), João Alberto Borges dos Santos, que acompanhou as votações na Câmara disse que o assunto está sendo tratado diretamente pelo gabinete no prefeito.

A assessoria do MPE informou que no terreno será construída, na verdade, a sede social para ASMMP (Associação Sul-Mato-Grossense dos Membros do Ministério Público). A entidade que possui detalhes do projeto a ser executado no Cristo Redentor se encontra em recesso.

Flor símbolo

No pacote de projetos enviado pela prefeitura consta ainda o de nº 6.940/10, que institui a Orquídea Cattleya nobilior “Campo Grande” como a flor símbolo do município. A escolha da flor não se deu por acaso. A planta floresce justamente em agosto, mês de aniversário da Capital. Esta variedade de orquídea é uma das flores mais cobiçadas do mundo.

O presidente da Acoa (Associação Campo-grandense de Orquidofilia e Ambientalismo) Wenceslau Carlos de Oliveira explica que a flor foi encontrada em Campo Grande em 1970. Segundo ele, o formato da flor é raríssimo e as plantas hoje estão nas mãos de colecionadores.

O projeto de lei deve ser votado na sessão de amanhã, a última do ano antes do recesso.

Jornal Midiamax