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Entidades querem novo cemitério e abertura de nova funerária imediatamente em Dourados

Documento com reivindicações das entidades será entregue ao juiz Eduardo Machado Rocha

Arquivo Publicado em 05/09/2010, às 19h21

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Documento com reivindicações das entidades será entregue ao juiz Eduardo Machado Rocha

Sindicatos, associações de Moradores e demais integrantes dos movimentos sociais ligados ao CRDP (Comitê Regional de Defesa Popular) querem que o juiz Eduardo Machado Rocha determine de forma imediata a implantação de um novo cemitério para a cidade além de permitir que novas empresas funerárias possam atuar.


Um documento contendo estas reivindicações e outras reivindicações estabelecidas pelos representantes das entidades deverá ser entregue até quarta-feira ao juiz Eduardo Rocha.


Há três décadas que apenas um grupo empresarial detém a concessão para atuar no setor funerário. O próprio prefeito Ari Artuzi durante o período em que era vereador e deputado estadual fazia assistencialismo através de atendimento à população pobre com a distribuição de urnas funerárias.


Membros de entidades como o Sindicato dos Professores e Observatório Ambiental de Dourados, que preferem não se identificar, dizem que durante os últimos anos a população foi penalizada pelo monopólio no setor.


O único cemitério público de Dourados o Santo Antonio de Pádua está superlotado e por este motivo é que os membros do Comitê Popular querem a imediata implantação de um novo espaço para sepultamentos.


O outro cemitério, o Parque Dourados é particular onde as famílias de baixa renda tem dificuldade para cobrir as despesas com o sepultamento.


No ano passado quando foi deflagrada a Operação Owari a questão do monopólio na exploração dos serviços funerários veio à tona já que parte dos envolvidos era ligada ao grupo empresarial que atua no setor.


Os dirigentes das entidades sociedade civil acreditam que a melhor alternativa é que a prefeitura crie uma empresa municipal para prestar serviços funerários com qualidade com isenção de custos para os mais pobres e uma tabela de preços de forma justa conforme o nível do serviço prestado.

Jornal Midiamax