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Bolsa rompe e gestante de alto risco não pôde dar à luz por falta de UTI neonatal

Em Dourados, mulher no sétimo mês de gravidez enfrenta a demora no atendimento no Hospital da Mulher, unidade alvo de investigação

Arquivo Publicado em 31/03/2010, às 19h46

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Em Dourados, mulher no sétimo mês de gravidez enfrenta a demora no atendimento no Hospital da Mulher, unidade alvo de investigação

Uma mulher que está no sétimo mês de gestação e com a bolsa rompida, no Hospital da Mulher, de Dourados, não pôde fazer o parto porque não há UTI para o bebê no hospital.

Os 20 leitos de UTI neonatal da cidade estão lotadas, de acordo com a Secretaria de Saúde do Município.

As vagas são para atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Por esse motivo outras duas gestantes com risco de ter o filho prematuramente também estão internadas no Hospital da Mulher.

“A situação é preocupante”, admite o secretário municipal de Saúde, Mário Eduardo Rocha. “No caso dessas três gestantes, esperamos uma solução ainda para esta tarde”, disse.

A Secretaria de Saúde acionou a Central de Regulação do Estado para conseguir vaga em Campo Grande.

Jornal Midiamax