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Dólar encerra a manhã em alta de 0,79%, cotado a R$ 3,18

O mercado financeiro brasileiro teve uma manhã de volatilidade e boataria, sem que notícias concretas tenham sido divulgadas. O dólar comercial encerrou o período cotado a R$ 3,17 na compra e R$ 3,18 na venda, com alta de 0,79%. Na máxima do dia, chegou a R$ 3,268 (+3,58%). A Bolsa de Valores de São Paulo […]

Arquivo Publicado em 01/01/2000, às 12h00

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O mercado financeiro brasileiro teve uma manhã de volatilidade e boataria, sem que notícias concretas tenham sido divulgadas. O dólar comercial encerrou o período cotado a R$ 3,17 na compra e R$ 3,18 na venda, com alta de 0,79%. Na máxima do dia, chegou a R$ 3,268 (+3,58%).

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) alternou altas e baixas e fechou a primeira etapa do pregão viva-voz em baixa de 0,42%.

O mercado de câmbio continuou sem liquidez, com empresas à procura de dólares para pagar vencimentos ou importações no exterior e as instituições financeiras retraídas. Para piorar o quadro, os investidores ainda iniciaram o dia repercutindo o rebaixamento dos títulos da dívida brasileira pela agência classificadora de risco Moody´s. O Banco Central voltou a vender dólares, mas sem conseguir conter a pressão.

Uma sensível melhora veio com dois rumores relativos às eleições presidenciais. O principal deles supostamente anteciparia resultados de pesquisa eleitoral cujo resultado mostraria um crescimento do tucano José Serra (PSDB), o preferido dos investidores, e uma queda de Ciro Gomes (PPS).

Outro rumor era de Ciro havia convidado o presidente do Banco Central, Armínio Fraga, a permanecer no cargo por pelo menos seis meses, na hipótese de Ciro vencer as eleições. O rumor sobre Ciro veio de fora do Brasil e estaria relacionado a palestras e teleconferências que membros de sua equipe estão fazendo nesta semana nos Estados Unidos.

Jornal Midiamax