Fim de semana será decisivo para os atletas na primeira etapa da Copa Brasil de Paracanoagem 2023, que será em Campo Grande pelo segundo ano consecutivo, no Parque das Nações Indígenas.

O evento servirá como seletiva para dois eventos internacionais da temporada, a e o Campeonato Mundial de Paracanoagem, e reunirá grandes atletas da modalidade, como o sul-mato-grossense Fernando Rufino e o multicampeão Igor Tofalini.

De acordo com a Confederação Brasileira de (CBCa), 87 atletas estão inscritos na Copa, que inicia oficialmente o calendário nacional da paracanoagem no ano. A Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de MS) apoia o evento.

A Copa Brasil terá a presença de competidores vindos do Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, e . Ao todo, são oito categorias em disputa: KL1, KL2, KL3 (caiaque), VL1, VL2, VL3 (embarcação Va’a – canoa havaiana), KLT1 e KLT2 (caiaque), nos gêneros feminino e masculino.

Segundo o departamento técnico da CBCa, a equipe que irá representar o Brasil no Campeonato Mundial de Paracanoagem e na Copa do Mundo será constituída a partir de resultados obtidos na Copa Brasil de Paracanoagem. Os atletas deverão apresentar resultados condizentes ao objetivo proposto para este evento, alcançando índice na respectiva classe.

Os representantes também poderão ser selecionados pela avaliação do Comitê Técnico da entidade. A Copa do Mundo acontecerá em Poznán (Polônia), entre os dias 26 e 28 de maio, e o Mundial será realizado em Duisburg (Alemanha), de 23 a 27 de agosto.

“Mato Grosso do Sul foi escolhida novamente para sediar esse importante evento, que abre a temporada da paracanoagem no país. Somos um estado acostumado a revelar grandes atletas da canoagem e agora temos a satisfação de receber a Copa Brasil por mais um ano, com o compromisso de entregar um evento melhor ainda aos participantes e público que irá assistir”, destaca o secretário de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania, Marcelo Ferreira .

Para o diretor-presidente da Fundesporte, Herculano Borges, a competição ajuda a consolidar a canoagem e a paracanoagem em Mato Grosso do Sul, dando visibilidade ao esporte. “Hoje, temos o Fernando Rufino como referência no país e no mundo, fruto da nossa terra, que inclusive começou a remar no Parque das Nações Indígenas. Sem dúvidas, uma competição desse tamanho, com grandes feras na água, ajuda a difundir ainda mais a modalidade, atrair novos atletas e fãs”, comenta.

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