Esportes

Campeão mundial de vôlei, novo diretor da CBV visita Campo Grande nesta sexta-feira

Marcelo Hargreaves estará pela 1ª vez em MS

Gabriel Maymone Publicado em 09/12/2021, às 08h51

Diretor da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), Marcelo Hargreaves
Diretor da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), Marcelo Hargreaves - Divulgação

O ex-atleta campeão mundial pela Seleção brasileira de vôlei e atual diretor da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), Marcelo Hargreaves, estará em Campo Grande, na próxima sexta-feira (10), visitando a estrutura do Copagaz Campo Grande. É a primeira vez que o ex-campeão estará em Mato Grosso do Sul.

O currículo do atual Diretor Executivo da Superliga é extenso em gestão de negócios, onde teve passagens pelas empresas da Ambev, Odebrecht e Effect Sport. Marcelo que também é executivo de uma agência de marketing esportivo lidou diretamente com com algumas das principais ligas com a NFL (National Football League), NBA (National Basketball Association), SLS (Street League Skateboarding) e o Roland Garros. Marcelo é formado em marketing, com especialização em Negócios pela Harvard Law School, nos Estados Unidos.

Novo diretor

Em junho deste ano, Marcelo foi anunciado como novo diretor da Superliga e de Novos Negócios na Confederação Brasileira de Voleibol. Com a responsabilidade em mãos de mudar a mentalidade e dar uma nova visão a Superliga no cenário brasileiro, o ex- atleta e agora executivo, comentou em uma entrevista ao globoesporte.com que pretende implantar um modelo de gestão, bem parecida com as ligas americanas. Segundo ele, o modelo atual de gestão do vôlei no Brasil se transformou em referência através dos resultados e que esse formato não acompanhou a evolução do esporte como modelo de negócio.

“Nos últimos anos, a gestão permaneceu muito no campo humano. Quantos jogadores formaram, quantos estão jogando, quantos estão na seleção. Quantos títulos. E os títulos são muito importantes. Mas não podem ser o único meio de avaliação. Essa diferença de visão já é muito relevante por si só. É entender que a Superliga não é mais uma atividade que visa o fomento do esporte, pura e simplesmente. É um negócio, do ramo do entretenimento, que tem de entregar, no fim do dia, superavit ou lucro. E não é isso para a CBV. É para seu ecossistema, clubes e atletas – disse Marcelo quando foi responsável pelo desenvolvimento de marca e negócios da NFL no Brasil nos últimos anos.

Jornal Midiamax