Ex-musa do ‘Globo Esporte’ nega rótulo e comemora retorno à TV

Débora conta que nunca sentiu o peso de ser musa do esporte
| 17/05/2015
- 01:23
Ex-musa do ‘Globo Esporte’ nega rótulo e comemora retorno à TV

Débora conta que nunca sentiu o peso de ser musa do esporte

No começo dos anos 2000, ela foi apresentadora da versão paulista do “Globo Esporte”. Afastada do jornalismo esportivo desde 2009, Débora Vilalba, 39 anos, agora voltar a dar expediente na área. Desde o sábado (9), ela apresenta o “Super-faixa do Esporte”, na RedeTV!, ao lado de Luciano Faccioli.

“Eu estava querendo voltar a trabalhar com jornalismo esportivo, mas a RedeTV! chegou a mim antes de eu procurá-los. Fiquei muito feliz. A emissora está investindo na área num momento em que todo mundo está cortando”, conta ela, que, no seu último trabalho na TV, atuou como repórter do “A Liga”, na Band. Mas a experiência no programa jornalístico passou batida para muitos fãs:  “Muita gente nem soube que eu estive lá. Agora que eu retornei, pessoas perguntam por onde eu andei”.

Débora foi revelada no Sportv, em 2000. Comandou o programa “Zona de Impacto”, de esportes radicais, no canal pago. Em 2003, foi aproveitada pela Globo, que a escalou para comandar o “Globo Esporte” em São Paulo. Ficou lá por três anos, quando recebeu um convite da Record. Com status de estrela, trabalhou ao lado de Milton Neves e de Renata Fan, com quem dividiu um programa da Record News. “Tive sorte de trabalhar com pessoas que eu admiro muito. Acho até injusto citar nomes, porque não quero me esquecer de ninguém”, diz.

Débora conta que nunca sentiu o peso de ser musa do esporte, apesar de manter fãs desde a época em que atuava na Globo. “Na verdade, eu nunca fui enxergada assim, acho. Sou daquela época que não tinha redes sociais, YouTube… Era diferente a relação do público com o jornalista”, diz ela, que abriu passagem para a chegada de Tiago Leifert: “Eu fui da última geração do ‘plano americano’ no ‘Globo Esporte”’.

A jornalista, aliás, vê com o entusiasmo a adoção do estilo mais informal na emissora. “A Globo demorou a adotar, acho que foi uma das últimas emissoras. Não conheço pessoalmente, mas a Fernanda Gentil sabe aproveitar essa nova forma de se comunicar muito bem”, finaliza.

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